Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019

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CAD1 A atriz Carolina Dieckmann falou da repercussão de sua personagem na novela “O Sétimo Guardião” e disse que não reataria depois de sofrer agressão

Carolina Dieckmann disse que nunca passou pela situação da personagem. (Foto: Divulgação)

Desde que foi agredida pelo marido Nicolau (Marcelo Serrado) e de dar um pé na bunda dele, Afrodite (Carolina Dieckmann) tem mostrado que se vira muito bem sem o traste em “O Sétimo Guardião”, novela das 21h da TV Globo. Tanto que ela vai bolar um plano para ampliar os serviços do quiosque de lanches da família no mundo virtual ao pedir para Adamastor (Theodoro Cochrane) desenvolver um portal para o negócio. “Ela está segura de que não quer mais a vida que estava levando, está agindo, e isso é muito bom”, comemora Carolina Dieckmann.

Só que o machista tem tentado a todo custo reconquistar a mulher e, de tanto insistir, em breve, ele consegue dobrar a mulher e o casal transa. Perdoaria o parceiro depois de sofrer uma agressão? “Nunca passei por algo assim, mas, se fosse como no caso da Afrodite, não”, frisa a loura.

Identificação

Aos 40 anos, a atriz defende a importância da personagem na trama de Aguinaldo Silva como um alerta para mulheres verem que a agressão pode ser psicológica, além da física. “As pessoas se identificam. E através disso, podem se dar conta de que esse tipo de coisa pode estar acontecendo com elas também”, salienta. “Muitas pessoas falam disso comigo (casos de agressões e que saíram de relacionamentos abusivos) e eu fico imensamente feliz de estar, através da minha personagem, incentivando o diálogo sobre essa questão”, completa.

Autor resolve

A gota d’água para a separação do casal foi quando Nicolau descobriu que a mulher usava DIU para evitar uma gravidez indesejada e por isso deu um tapa no rosto da companheira. A atriz diz que a “atitude certa na vida real” seria a personagem denunciar o marido. “Mas na novela é o Aguinaldo (Silva, autor) quem resolve, né?”, diz ela.

Apesar de Afrodite ter forte torcida nas redes sociais para encontrar um homem que a mereça de verdade, Carolina prefere não entrar nessa seara. Como ela mesma afirma, não é do tipo de pessoa que gosta muito de ter desejos sobre algo que não depende dela. “Gosto de interpretar o que o autor escreve, sem julgamentos, estou ali para conta a história que ele criou. Então, se o autor escrever isso…”, desconversa.

Volta?

Nas próximas cenas de “O Sétimo Guardião”, Nicolau pede para conversar com a mulher na casa deles, a sós. Ele revela que voltar a trabalhar do lado da companheira o fez se sentir muito bem, como há muito tempo não sentia e fala que quer voltar para casa. Ela fica ressabiada: “Não é assim, Nicolau. Muita coisa aconteceu entre nos e muita coisa mudou aqui em casa! Só você continua o mesmo”.

Sexo sem DIU

O chapeiro concorda e, cheio de dengo, parte para uma abordagem mais objetiva. “Eu sou o mesmo. Aquele que te quer, que te deseja, te ama. Sinto saudade de você, do seu cheiro, seu corpo dançando com o meu”, afirma. Afrodite tenta se afastar, sem sucesso. Nicolau pede para ela dizer que não sente saudade também. Ela tenta falar, mas não consegue e o marido tem certeza de que está quebrando o gelo dela. “Você me quer como eu te quero. E se deixar eu voltar, a gente da um jeito, como sempre deu”, fala Nicolau que dá um beijaço na mulher.

Eles seguem para o quarto e Afrodite lembra que tirou o DIU, mas ela ignora entre os beijos e outras carícias do companheiro. “Tem coisa mais certa do que a gente acabar com esse atraso?”, questiona o ogro antes da hora agá. A empolgação da dupla é tamanha que o estrado da cama quebra. Porém, no dia seguinte, Afrodite o casal volta a discordar e a mulher não deixa que Nicolau volte para casa.

 

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