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A Blair House, em Washington, onde está Bolsonaro, já hospedou FHC, Lula e Dilma

A Blair House, na capital dos EUA, conta com quatro andares e um porão. (Foto: Divulgação)

A Blair House, onde está hospedado o presidente Jair Bolsonaro, seu filho Eduardo e os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores), é a casa de hóspedes do governo americano em Washington.

Maior do que a Casa Branca, residência oficial do presidente Donald Trump, ela conta com quatro andares, um porão e 15 suítes e salas de diversos tamanhos para reuniões e eventos.

Ao chegar à capital americana, no fim da tarde de domingo (17), Bolsonaro gabou-se em uma rede social por se hospedar na Blair House. Segundo ele, essa era uma “honraria para pouquíssimos chefes de Estado”.

Os três últimos presidentes brasileiros, porém, também ficaram na casa de hóspedes do governo americano: Fernando Henrique Cardoso – último a fazer uma visita de Estado, com todas as honrarias, em 1995 –, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Quando um líder estrangeiro se hospeda na residência, a bandeira do seu país é hasteada na porta da casa. É ali que os presidentes americanos eleitos ficam hospedados antes de tomarem posse e que as famílias de ex-presidentes mortos podem ficar durante o funeral – como aconteceu com os Bush, por exemplo.

Em uma de suas salas, estão o último quadro e foto do ex-presidente dos EUA Abraham Lincoln antes do seu assassinato, em 1865. A suíte principal, onde está Bolsonaro nesta semana, foi redecorada em 2016, com móveis em tons pastéis e madeira clara.

A construção do século 19 abrigava um complexo de quatro edifícios e, após reforma entre as décadas de 1950 e 1980, transformou-se em um único prédio conhecido como “o hotel mais exclusivo do mundo”.

Desde a Segunda Guerra Mundial, hospeda chefes de Estado, membros de famílias reais e presidentes eleitos – o nome da casa foi dado em homenagem a Francis Preston Blair, que a construiu em 1859 para a sua filha e genro.

Protesto

Poucas horas antes da chegada do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos no domingo, cerca de 50 pessoas fizeram um protesto contra o brasileiro em frente à Casa Branca, em Washington. A maior parte dos manifestantes era composta por americanos, como o ativista Sean Blackmon, de 31 anos.

Segundo ele, a reunião de dois líderes políticos à direita, como Bolsonaro e Donald Trump, “vai significar apenas coisas ruins para as pessoas oprimidas de seus países”. “O sexismo, racismo e homofobia que vêm de Trump é a mesma coisa que vem de Bolsonaro, que ataca o MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra] e outros movimentos progressistas no Brasil”, disse.

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