Últimas Notícias > CAD1 > Na TV, Bolsonaro usa o massacre de estudantes americanos em 1970 para representar a violência

A China precisa de mais bebês para resolver problema demográfico, e agora estimula os casais a terem um segundo filho, o que antes era proibido

Pesquisa realizada ainda em 2015 mostrava que 60% das famílias entrevistadas não estavam convencidas de que queriam produzir um segundo filho. (Foto: Reprodução)

Considerado o país do filho único durante os últimos 38 anos, uma medida para evitar a explosão demográfica, a China pode, agora, começar a pagar para as famílias terem um segundo filho.

Se você dissesse que isso podia acontecer na China há umas décadas atrás, acho que ninguém ia acreditar. A chamada política do filho único vigorou até janeiro do ano passado, quando o governo permitiu que os casais passassem a ter duas crianças. Achou-se que, assim, as pessoas se sentiriam incentivadas a aumentar a família. Mas não. A maioria das mulheres não quer ter mais de um, elas alegam que é muito caro.

Pesquisa realizada ainda em 2015 mostrava que 60% das famílias entrevistadas não estavam convencidas de que queriam produzir um segundo rebento. Entre as opções que estariam sendo avaliadas há prêmios para o nascimento ou subsídios às famílias. Mas um detalhe importante é que esta é primeira vez que as autoridades admitem um movimento ousado como este para estimular a taxa de natalidade no país. (ABr)

Deixe seu comentário: