Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019

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Brasil A companhia de aviação aérea Azul quer voar para 150 cidades nos próximos cinco anoss

A empresa de aviação aérea Azul quer ampliar a rota de voos para 150 cidades, em cinco anos. (Foto: Divulgação)

A Azul, a maior companhia aérea do Brasil em destinos atendidos, estima expandir para 150 o número de localidades em que opera, nos próximos cinco anos.

São 36 localidades a mais do que o total atendido atualmente, de 114 cidades, sendo pouco mais de 100 dentro do País. A declaração foi dada nesta semana, pelo presidente da empresa, John Rodgerson, durante o voo inaugural do novo E195-E2.

A bordo da aeronave estavam executivos da aérea e de fundos de investimento, além de outros convidados. O avião decolou do Aeroporto de Viracopos, um dos principais hubs da Azul, e pousou em Brasília, onde a diretoria da Azul tinha agenda com o presidente Bolsonaro e outros integrantes do governo.

Entregue à Azul no mês passado, o E195-E2 é o maior avião comercial já produzido pela Embraer e também o maior dos três que compõem a nova geração da fabricante, os E-Jets E2. Com capacidade para até 146 passageiros, o avião de corredor único foi configurado pela Azul para comportar 136 viajantes, mais do que seu antecessor da primeira geração. Além disso, o novo avião consome 25% menos combustível por assento que o E195 e tem custo de manutenção inferior.

A companhia aérea tem a expectativa de receber, ainda neste ano, mais cinco E195-E2, de uma encomenda total de 51 jatos, que tiveram o investimento de US$ 3,2 bilhões. As rotas iniciais que a aeronave deve fazer serão Campinas-Brasília e Campinas-Natal. A empresa ainda estuda operá-las nos voos Campinas-Curitiba e Campinas-Porto Alegre.

Até 2022, a aérea quer ter substituído todos os E1 de sua frota por novas aeronaves. E o último modelo da Embraer, assim como os Airbus A320neos, são as peças centrais do programa de renovação de frota da Azul. Com isso, a empresa espera ganhar eficiência no lado dos custos, além de tornar viáveis rotas que antes não eram economicamente vantajosas.

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