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Disney doará 20 milhões de reais para reconstrução da catedral de Notre-Dame, em Paris

Informação foi dada em comunicado divulgado por Bob Iger, presidente da empresa. (Foto: Reprodução)

A Walt Disney Co. se comprometeu a doar 5 milhões de dólares (o equivalente a cerca de R$ 20 milhões) para ajudar na reconstrução da catedral de Notre-Dame, em Paris, na França. Na última segunda-feira (15), um incêndio destruiu uma grande parte da estrutura do local.

Em uma nota divulgada na última quarta-feira (16), o presidente da Disney, Bob Iger, disse que a empresa “está junto aos nossos amigos e vizinhos da comunidade”.

Filme

O incêndio que consumiu parcialmente a catedral de Notre-Dame na segunda, disparou as vendas do livro Notre-Dame de Paris, do escritor francês Victor Hugo. A história de preconceito, ódio e obsessão foi adaptada pela Disney em 1996, sob o título “O corcunda de Notre-Dame”. No filme, como no livro, a catedral é tão importante que se torna quase um personagem.

O protagonista é Quasímodo, rapaz corcunda e feio que cresceu sem a mãe, assassinada quando ele ainda era criança, e foi acolhido pelo juiz Frollo, sob a condição de jamais ser visível ao resto da sociedade. O corcunda cresce solitário, morando no campanário de Notre-Dame, onde executa a tarefa de tocar os sinos da catedral. Em meio à solidão, faz amizade com objetos inanimados, como o próprio sino e três gárgulas de pedra, que ganham vida quando estão a sós com Quasímodo.

Há uma ocasião em que o rapaz pode escapar do campanário: o festival dos tolos, espécie de carnaval em que todos os parisienses saem às ruas fantasiados. Lá, Quasímodo vence um concurso de fantasia, na categoria de rosto mais feio. Ao ser descoberto, é humilhado pela multidão, que o vê como monstro. Só uma pessoa sai em seu socorro: a cigana Esmeralda.

Frollo fica irado e decide prender a cigana, que consegue se refugiar na catedral, onde reencontra Quasímodo. Ela consegue escapar e passa a ser perseguida de maneira implacável por Frollo, que sente-se atraído por ela. O juiz aciona seus soldados para capturá-la, mas o capitão da guarda, Phebo, também se apaixona por Esmeralda.

O filme foi um sucesso de bilheteria e concorreu ao Oscar de melhor trilha sonora original em 1997. Atualmente, a Disney prepara um musical live-action da história. Henry Hwang foi escalado para escrever o novo longa-metragem que, além disso, contará com uma trilha sonora assinada por dois mestres da música cinematográfica: Alan Menken e Stephen Schwartz.

 

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