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A equipe do presidente Jair Bolsonaro aconselhou que ele acelere a nomeação de um porta-voz e a reestruturação da Secretaria de Comunicação

(Foto: Rafael Carvalho/Presidência da República)

A equipe do presidente Jair Bolsonaro aconselhou, nos últimos dias, que ele acelere a nomeação de um porta-voz e a reestruturação da Secretaria de Comunicação da Presidência da República para evitar a repetição do que ocorreu nas duas primeiras semanas de governo, quando houve recuos e idas e vindas da parte do próprio chefe.

Auxiliares do presidente destacam que esses desencontros são normais em início de governo e que Bolsonaro fez questão de corrigir pessoalmente os problemas ou orientou sua equipe a fazê-lo. Um assessor direto lembrou que recuar e mudar de opinião não podem ser vistos como defeitos, mas sim como virtudes de quem analisa melhor uma situação e se posiciona diante dela.

Assessores de Bolsonaro avaliam, porém, que o ideal é que o presidente tenha um porta-voz o mais rápido possível, para manifestar algumas posições oficiais do governo e servir de anteparo ao presidente da República. E que a Secretaria de Comunicação comece a fazer encontros diários com Bolsonaro para discutir a agenda do dia e os temas que estão mais em destaque no País.

A expectativa dentro do Planalto, contudo, é que a terceira semana de governo seja mais positiva que as anteriores. Não que o governo tenha um balanço negativo dos primeiros dias, mas acredita que terá fatos concretos para apresentar a partir de agora atendendo às expectativas da população com a eleição de Bolsonaro.

Na lista está o decreto que vai flexibilizar a posse de arma, que está programado para ser assinado nesta semana. Foi uma promessa de campanha feita pelo presidente. Também deve ser editada medida provisória para combater irregularidades na concessão de benefícios previdenciários, que pode gerar uma economia de R$ 17 bilhões a R$ 20 bilhões.

Petrobras

A Petrobras informou nesta segunda-feira (14) que o governo Jair Bolsonaro indicou três nomes para compor o conselho de administração da estatal, conseguindo renovar parte do colegiado antes mesmo do fim dos mandatos do grupo nomeado por Michel Temer em 2018.

Um dos nomeados por Bolsonaro é o ex-comandante da Marinha, o almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, que será indicado para presidir o colegiado. Desde 2015 não havia militares no conselho da Petrobras.

As mudanças anunciadas no comando da estatal são possíveis pela renúncia de três dos conselheiros indicados por Temer, cujos mandatos venceriam apenas em 2020. Segundo o presidente da companhia, Roberto Castello Branco, a renovação representa uma “nova era” na gestão da estatal.

Além do almirante Leal Ferreira, foram indicados nesta segunda o geólogo John Forman e o economista João Cox. Antes, Bolsonaro já havia indicado para o colegiado o atual presidente da empresa.

Controladora da empresa, a União tem direito a indicar oito dos onze membros do conselho – ​os outros três são indicados por acionistas minoritários e empregados da companhia. Se conseguir eleger os nomes anunciados nesta segunda, Bolsonaro terá nomeado metade das vagas da União.

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