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Gasolina atinge maior preço em seis meses no Rio Grande do Sul

O preço da gasolina subirá R$ 0,0658. (Foto: Agência Brasil)

No Rio Grande do Sul, o preço da gasolina comum atingiu o seu maior patamar em um período de seis meses. Entre a última segunda-feira (6) e sexta (10), o litro estava custando em média R$ 4,818, de acordo com pesquisa feita pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis), que monitora 360 postos de combustíveis no Estado.

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O preço médio do litro da gasolina e do diesel praticado nos postos do País encerrou a semana em alta, de acordo com a pesquisa da ANP divulgada nesta sexta-feira (10).

No período analisado, o valor do litro da gasolina passou de R$ 4,505 para R$ 4,566, uma alta de 1,35%. O preço do litro do diesel passou de R$ 3,612 para R$ 3,644, alta de 0,89%. Os preços da gasolina e do diesel atingiram o maior patamar desde novembro do ano passado.

Já o valor do litro do etanol recuou 1,89% – de R$ 3,119 para R$ 3,060.

No acumulado do ano, o preço médio da gasolina nos postos subiu 5,11%, o valor do diesel avançou 5,59%, enquanto o etanol teve alta de 8,09%.

Dicas para economizar e abastecer

Os motoristas tem sentido o aumento no preço da gasolina. Com a nova política de reajuste da Petrobras, em que os preços acompanham a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, os preços dos combustíveis nas refinarias são reajustados sempre que necessário. No Brasil, o aumento médio de janeiro a abril foi de 3,7%.

“Os preços variam de acordo com o dólar, que tem subido, e com o preço do petróleo, que tem previsão de alta devido a previsão de redução de oferta com sanções ao Irã”, afirma Fernanda Delgado, pesquisadora da FGV Energia.

Uma alternativa ao preço da gasolina é a troca por outro combustível. Essa possibilidade já é uma realidade para a maioria dos brasileiros com a expansão dos carros flex, que aceitam abastecer em álcool e gasolina.

Uma pesquisa do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores mostra que desde 2011 os carros flex tem sido maioria nas ruas e crescem ano a ano no Brasil. Em 2018, os veículos flex representaram 67,1% da frota total circulante, um aumento frente aos 64,5% do total em 2017. Já os veículos a gasolina, caíram para 22,2% do total em circulação, frente aos 24,9% de 2017.

“Ter um carro flex dá mais poder de escolha ao consumidor. Cada um precisa ver como o seu carro rende e o preço que vale trocar pelo álcool. Mas, pela regra geral, quando o preço do álcool está 70% do preço da gasolina ele é mais vantajoso”, afirma Gilberto Braga, professor de finanças do IBMEC.

No entanto, no momento, em média o álcool não está sendo tão vantajoso. O preço subiu cerca de 7% no ano, sendo vendido a R$ 3,85 em abril. Enquanto a gasolina está cotada em média a R$ 4,85, segundo a ANP.

 

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