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A modelo plus-size Amanda Brandão posou para um ensaio sem retoque: “Me senti sexy”

Natural do Acre, ela começa a fazer barulho na moda brasileira. (Foto: Divulgação)

Até outro dia, Amanda Brandão não usava biquíni ou maiô. Não estava confortável em sua própria pele. Não falava sobre seu peso, manequim. Tinha vergonha de seu corpo. Hoje, após uma longa jornada de descoberta e autoaceitação, fez as pazes com o espelho e virou aposta do mercado plus-size nacional, sendo representada pela agência 40 Graus Models, de Sérgio Mattos, que já trabalhou para nomes como Ana Beatriz Barros, Raica Oliveira e Cauã Reymond.

Segura de sua silhueta, Amanda, de 25 anos, acaba de estrelar um ensaio ao natural, sem retoques. A mensagem é libertadora.

“Ser sexy vai além do corpo, tem a ver com a essência. Uma mulher confiante consegue ser sexy de camisa e cabelo molhado, sem muito apelar”, diz ela. “Fiquei olhando as fotos desse ensaio e pensei: ‘Que gata!’. Me senti sexy, sim!”.

“Não é porque não tenho o corpo magro e definido que não posso ser linda, me amar”, diz ela.

Amanda vem acompanhando nas redes sociais o movimento de outras modelos e celebridades que estão lutando contra a “ditadura da perfeição”. A top Isabeli Fontana e a apresentadora Mariana Goldfarb já dividiram com seus seguidores no Instagram imagens sem um tiquinho de tratamento:

“São mulheres que não se prendem mais a regras, não têm vergonha das consideradas imperfeições. E isso é lindo.”

Natural do Acre, Amanda chegou a fazer uns trabalhos como modelo ainda na infância, mas não deu a continuidade. Foi só em agosto do ano passado que ela decidiu mergulhar de cabeça nesse universo.

“Ter mulheres maravilhosas, empoderadas sendo tão vistas é muito importante pois representam milhares de pessoas que não se encaixam nos perfis esperados. Não é porque não tenho o corpo magro e definido que não posso ser linda, me amar”, conta ela, fã de Ashley Graham e de Gisele Bündchen.

“Quando perguntam com o que trabalho, digo apenas que sou modelo. É o que sou, não existe uma categoria. Seja plus ou curve, é apenas um nome e parte de quem sou.”

Além do reconhecimento do mercado, Amanda quer inspirar:

“Incentivar meninas e mulheres de que é possível ser o que elas quiserem ser. Também tenho planos de ir para fora do País e tenho me preparado para isso.”

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