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ACPA: Para empresários, o Brasil está no caminho certo

Claudio Ghunter , Paulo Afonso Pereira e Ademar Shardong. Fotos: Arfio Mazzei
Zélio Hoczman, Claudio Ghuenter, Paulo Afonso Pereira, Karim Miskoulin, Ademar Shardong e Humberto Ruga

Os presidentes do Instituto Brasileiro de Executivo de Finanças (IBEF/RS), Ademar Schardong, e da Stihl Brasil, fabricante de motosserras, roçadeiras e podadores, Cláudio Guenther, afirmaram em suas palestras no Menu Porto Alegre, no Palácio do Comércio, promovido pela Associação Comercial de Porto Alegre, que o Brasil está no caminho certo e que as empresas precisam acreditar e investir. Nesta terça-feira, 10/10, eles discorreram sobre o momento da economia brasileira. A mediadora foi a jornalista Karim Miskulin, diretora executiva da revista Voto.

Guenther entende que está acontecendo uma grande limpeza no Brasil. “É isso que mostramos para a matriz, na Alemanha.” Ressalta que a Stihl deixou de comprar as cestas de Natal para os funcionários da JBS pelo seu envolvimento na Lava Jato. Agora, vai comprar da BRF. A alemã Stihl está há 44 no Brasil e exporta daqui para 78 países.

Ele salientou que alguns indicadores econômicos mostram uma melhora na economia. “Agora, precisamos de mais tecnologia, valor agregado nos produtos. Não podemos exportar só commodities.”

Para Guenther, os empresários devem participar mais das discussões, tanto no Legislativo como no Executivo, através de suas entidades de classe. “Precisamos brigar mais.”

Schardong afirmou que o Brasil passa por uma crise de estado e não econômica. “Temos que repensar o estado brasileiro, pois foi este modelo que provocou a crise.” Ele acredita que o Brasil precisa aumentar suas emissões privadas de títulos (commercial papers). “No Brasil isso não acontece pelo custo elevado. Será uma revolução na gestão das empresas a que poderão planejar sua estrutura de crédito.

O presidente do IBEF/RS cita o prêmio Nobel da Economia de 1993, Douglass North e sua receita para prosperidade: direito de propriedade, racionalismo científico, infraestrutura e logística e mercado de capitais

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