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Referência da música clássica brasileira na atualidade, Carlos Prazeres fará uma apresentação especial em Porto Alegre. (Foto: Andreia Russi/divulgação)
Gasparotto  
  • Aberto ao público, o próximo concerto da Orquestra de Câmara da Ulbra, neste domingo (16), na Associação Leopoldina Juvenil, será conduzido por Carlos Prazeres – um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia, ele possui carreira internacional, com passagens à frente de orquestras de diversos países da Europa e das Américas. Prazeres ainda será solista, tocando oboé nas peças de Bach.
  • Pesar- repercute a partida de Frederico Lieberknecht, cuja trajetória como médico veterinário teve expressivas realizações. Entre outras atividades, foi presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinaria do RS e lecionou Microbiologia na Fundação Universidade Federal Ciências da Saúde de Porto Alegre e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Criado com a proposta de explorar o melhor do repertório para a formação de piano, violino e violoncelo, o Trio Erudi, formado por músicos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), realiza sua apresentação de estreia neste domingo (16). A Pinacoteca do MARGS sedia o recital, que faz parte da Série Música no Museu, promovido pela OSPA. André Carrara (piano), Danilo de Campos Vieira (violino) e Rodrigo Alquati (violoncelo) interpretarão duas obras canônicas para piano trio, compostas por Ludwig van Beethoven e Felix Mendelssohn. A entrada é franca.
Fernanda Pandolfi organizou evento colaborando com o Outubro Rosa. (Foto: Divulgação)
Fernanda Pandolfi organizou evento colaborando com o Outubro Rosa. (Foto: Divulgação)
  • A jornalista Fernanda Pandolfi, que comanda a plataforma digital Ida e Volta, recebe neste domingo (16) no Cozy – Confort Food para um almoço especial cor-de-rosa. Parte da renda será revertida para o Instituto de Mama.
  • Boa notícia- uma equipe internacional de economistas apresentou na última semana um relatório comprovando que regularizar a posse da terra para comunidades indígenas vale pelo menos US$ 26 bilhões por ano. Este é o valor aproximado que fica garantido por evitar o desmatamento pela proteção às reservas indígenas e, portanto, a quantidade de CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico) que deixa de ir para atmosfera.
Reservas indígenas: garantia de proteção à natureza. (Foto: Valério Zelaya/Divulgação)
Reservas indígenas: garantia de proteção à natureza. (Foto: Valério Zelaya/Divulgação)
  • Continuando- a proteção às florestas também traz uma série de outros benefícios com impactos econômicos positivos: estabiliza o clima regional, garante o suprimento de água para a agricultura e para o consumo humano e abriga polinizadores, sem os quais muitas lavouras não vingam. Pode não agradar àqueles que são contra as reservas indígenas, mas vale lembrar que os ancestrais do índios de hoje eram donos de 100% Brasil até a chegada dos colonizadores.

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