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Angela Merkel aparece sentada em solenidade após sofrer três tremores em público; chanceler diz que está cuidando da saúde

A chanceler alemã, Angela Merkal, e a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, ouvem os respectivos hinos nacionais sentadas em solenidade em Berlim. (Foto: Reprodução)

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apareceu sentada nesta quinta-feira (11) durante solenidade ao lado da primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, em uma troca de protocolo incomum e que, segundo a imprensa alemã, foi realizada a pedido da mandatária alemã. As informações são do jornal Folha de S.Paulo e de agências internacionais de notícias AFP e Reuters.

Na quarta, durante evento ao lado do premiê finlandês, Merkel exibiu pela terceira vez sinais de tremores, o que levou a grandes especulações e questionamentos sobre o estado de saúde da chanceler, que completa 65 anos na semana que vem.

Após a solenidade em que as duas líderes ouviram os hinos nacionais sentadas, Merkel comentou sobre seu estado de saúde.

“Estou consciente da responsabilidade do meu cargo. Comporto-me de maneira apropriada no que tange à minha saúde”, afirmou.

“Como pessoa, tenho um grande interesse em me manter saudável e cuido da minha saúde. ” Em tom de brincadeira, a chanceler comentou ainda que “a cada ano a gente fica mais velha”.

Exames médicos

De acordo com o tabloide Bild, o jornal mais lido na Alemanha, Merkel se submeteu a uma série de exames médicos após o primeiro incidente de tremor, em 18 de junho, ao lado do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski.

Tanto o Bild quanto a revista Der Spiegel disseram que a mudança de protocolo, dispensando a necessidade de ficar em pé durante os hinos, foi pedido pela chanceler após o tremor de quarta.

Em seu partido, a União Democrata Cristã (CDU), os incidentes deram início à discussão sobre se Merkel deve antecipar a transferência de poder para antes do previsto – a chanceler anunciou no ano passado que não pretende continuar no poder após o término do seu mandato, em 2021.

A transferência seria em prol de Annegret Kramp-Karrenbauer (AKK), atual líder do partido e protegida de Merkel.

A possibilidade vem sendo ventilada por setores próximos a AKK, que resentem a falta de destaque que a chefe da CDU tem tido. No entanto, algumas fontes dizem que nem AKK nem Merkel são favoráveis a essa opção, já que ela provavelmente levaria à realização de novas eleições.

O cenário parece se complicar pela expectativa de que os social-democratas, parceiros da CDU na coalizão, devem perder eleições regionais em três estados no segundo semestre.

Isso poderia levá-los a abandonar a coalizão e a precipitar novas eleições federais de qualquer maneira.

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