Angelina Jolie e Brad Pitt se reencontraram e querem reatar. O encontro teve muitas lágrimas por parte dos atores

Brad Pitt e Angelina Jolie se separaram no ano passado. (Foto: Reprodução)

Um dos casais mais populares do mundo, Brad Pitt e Angelina Jolie podem ficar juntos novamente. Segundo uma fonte do jornal “Daily Mail”, os atores, que apesar de separados não finalizaram o divórcio, marcaram um encontro na casa de um amigo em comum e colocaram a relação em pratos limpos. “Brad deu o primeiro passo. Então eles se colapsaram nos braços um do outro”, contou a fonte. E continuou: “Houve muitas lágrimas, eles falaram tudo o que queriam falar um para o outro. Naquele momento, eles decidiram fazer um novo começo. Foi um ‘encontro espiritual’ que marcou o início de uma nova fase em seu relacionamento”.

Comparação

Ainda de acordo com o jornal, Angelina Jolie, que classificou o fim do casamento como ‘momento mais difícil’, está feliz com a retomada da relação com Brad Pitt e teria comparado o relacionamento com o de Liz Taylor e Richard Burton, casal sucesso do showbusiness, que também viveu um romance tempestuoso.

Drogas

Brad Pitt assumiu que o vício em bebidas e drogas foi o grande motivo para o fim do casamento com Angelina, que terminou oficialmente em setembro de 2016. Por causa disso, o galã mudou de comportamento para tentar se reaproximar da ex-mulher. “Ele ficou sóbrio para tentar conquistá-la. Ele sabia que ele tinha um problema que ele tinha que cuidar. E isso é tudo o que ela sempre quis”, afirmou uma fonte. “Não seria surpreendente se eles anunciassem que estão tentando resolver as coisas”, completou.

Saúde mental

O fato de ter assumido seus vícios em drogas e bebidas após o término com Angelina Jolie não deixou Brad Pitt abalado: “Eu não tenho segredos. Eu não tenho nada a esconder. Nós somos humanos e eu acho que a condição humana é muito interessante. Se não estamos falando sobre isso, então não estamos melhorando”, justificou. E garantiu que apesar do baque do fim do casamento, isso não abalou sua saúde mental: “Não sou suicida, nem nada. Existe ainda muita beleza no mundo e muito amor. E muito amor para dar”. Por fim, assumiu que seu relacionamento com os 6 filhos – Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Vivienne e Knox Leon -, três biológicos e três adotivos, deveria melhorar: “Crianças são tão delicadas, elas absorvem tudo. Elas precisam ser ouvidas. Quando eu fico ocupado em ‘modo’ trabalho, eu não ouço. Eu quero melhorar isso”.

Solteirice

Angelina Jolie concedeu uma entrevista em que comenta sobre seu estado emocional após a divulgação de sua separação de Brad Pitt, em setembro de 2016, após 12 anos de relacionamento. A atriz contou que não está sendo fácil.

“Está sendo difícil. Eu não gosto de estar solteira. Não há nada legal nisso, é apenas difícil. Às vezes parece que eu tenho tudo controlado, mas eu só estou tentando viver dia após dia”, declarou ao jornal Telegraph.

Retorno

A atriz  contrariou rumores sobre sua aposentadoria e disse que planeja voltar a atuar após ficar mais de um ano longe das câmeras, enquanto lidava com problemas familiares por conta do divórcio.

Durante o Festival de Cinema de Telluride, onde seu longa “First They Killed My Father” foi exibido, Jolie disse que ainda quer deixar de atuar para somente dirigir filmes, mas não sabe se isso será possível.

“No momento não possuo nenhum projeto de direção pelo qual eu me sinta apaixonada, então irei atuar”, disse em entrevista ao The Hollywood Reporter. “Eu fiz uma pausa de mais de um ano por causa da minha situação familiar, para cuidar dos meus filhos.”

A atriz disse que ainda não se comprometeu com nenhum projeto, mas que a continuação de “Malévola” deve acontecer ainda este ano. Ela também falou que recebeu o roteiro para um filme sobre Cleópatra – famosa rainha do Egito. O último trabalho de Jolie como atriz foi no drama “À Beira Mar”, em 2015.

“Em dado momento, provavelmente irei somente dirigir, se tiver permissão para isso. Mas você nunca sabe se poderá ter uma carreira como diretora, não sabe como as coisas serão recebidas.”

“First They Killed My Father” estreia em 15 de setembro pela Netflix. O filme foi baseado na vida da autora e ativista dos direitos humanos Loung Ung e mostra a sua sobrevivência quando criança no regime comunista de Khmer Rouge (1975-1979), período em que 1,7 milhão de cambojanos morreu devido a fome, doenças e execuções.

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