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Caso Bernardo: Confira os principais momentos da tréplica dos advogados de defesa

A tréplica é a última fase da defesa, que encerra o julgamento. (Foto: Reprodução/ TJRS)
Por Isadora Aires

Nesta sexta-feira (15) será encerrado o julgamento do ‘Caso Bernardo’, depois de quase cinco anos do crime. Estão sendo julgados o pai de Bernardo, Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, a amiga dela, Edelvânia Wirganovicz e seu irmão, Evandro Wirganovicz.

Nessa etapa, cada advogado terá meia hora para defender seu cliente.

Acompanhe os principais momentos da tréplica:

  • Começa a tréplica. Advogado de Leandro Boldrini tem a palavra.
  • Advogado de Leandro, Rodrigo Gracellé Vares, defende a inocência e a falta de ciência dele quanto ao crime. “Como ele ia desconfiar da própria mulher?”, questiona a defesa.
  • Defesa diz que, se Bernardo fosse um ‘estorvo’ para Leandro, ele teria aberto mão da guarda do filho. “Esse pai em nenhum momento, com os erros que cometeu, não renuncia ao filho”, afirma advogado.
  • Advogados de defesa trazem Leandro à frente dos jurados e pedem para que ele seja inocentado: “absolvei Leandro Boldrini e assim estarão absolvendo-se”.
  • Termina a defesa de Leandro Boldrini.
  • Inicia a fala de advogado de Graciele Ugulini, Vanderlei Pompeo de Mattos.
  • “Ela [Graciele] sabe que não vai sair daqui absolvida”, inicia defesa da madrasta.
  • Pompeo de Mattos critica a presença de três promotores do Ministério Público no julgamento, dizendo que “isso fere a paridade de armas no processo”.
  • Defesa mantém a tese de homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
  • Advogado nega ter participado de acordo com advogados de Leandro e Edelvânia.
  • Termina a defesa de Graciele.
  • Advogado de Edelvânia começa a defesa dela.
  • “Nem sempre o Ministério Público tem razão em tudo”, afirma advogado de Edelvânia.
  • Defesa disse que ninguém pode ser condenado por “sinais de fumaça”, se referindo as provas do Ministério Público.
  • Advogado defende que Edelvânia auxiliou na morte de Bernardo porque estava sendo ameaçada por Graciele e disse que ela e Evandro, seu irmão, não podem receber, caso condenados, a mesma punição que Graciele e Leandro.
  • Defesa diz que Edelvânia deve ser condenada pela ocultação do corpo, mas não por homicídio.
  • Encerra defesa de Edelvânia.
  • Inicia a defesa de Evandro Wirganovicz.
  • Advogado defende Evandro em relação a tese de que não estaria de férias quando foi até a localidade que Bernardo depois foi enterrado. “Não sei se ele não tinha férias em dobro pra receber. Se a empresa não fornece o documento por uma questão trabalhista”, afirma a defesa.
  • Defesa de Evandro critica o Ministério Público: “tudo aqui vira presunção, é um processo baseado em ‘achômetro’ contra aquele que está lá”.
  • Advogado lê transcrição de conversa entre Edelvânia e Evandro logo após o crime, onde aparentemente Evandro não tinha conhecimento sobre nada que havia acontecido.
  • A defesa traz cartas de Edelvânia onde ela escreve que Evandro é inocente e não tem nenhum envolvimento com a morte de Bernardo.
  • “Será que vamos submeter aquele que está lá [Evandro] a 15, 20 anos de prisão, com base em uma discussão sobre se ele estava em férias ou não?”, questiona o advogado de defesa.
  • Defesa diz que Evandro será injustiçado se for condenado, pois é inocente.
  • Encerra a defesa de Evandro. Em duas horas e quinze minutos, será feita a leitura da sentença.

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