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Aproximar e persistir

Eduardo Leite vai abrindo o caminho do diálogo, indispensável para enfrentar o caos financeiro. (Foto: Simone Rocha/O Sul)

As conversas do futuro governador Eduardo Leite com as bancadas na Assembleia Legislativa podem não dar os resultados que ele espera. Porém, são bem recebidas. Humildade e portas abertas não fazem mal a ninguém. A construção da ponte entre o Piratini e o Palácio Farroupilha não foi prioridade dos últimos governos.

Deverá mudar

A equipe de transição de Eduardo Leite busca planilhas para conhecer quanto está sendo gasto pelo governo do Estado com telefones celulares, gasolina para veículos, passagens aéreas e diárias.

Para saber em detalhes

Outra tarefa será a conclusão do levantamento do número de imóveis do governo que estão fechados, invadidos e alugados por valores irrisórios. Resultará numa espécie de fotografia do dinheiro desperdiçado.

Contra tudo

Toda a vez que algum governador cogita a possibilidade de venda de imóveis sem utilização, surge um coro em protesto, que alega a perda do patrimônio público. Na situação atual é que fica perdido.

Balança

O presidente eleito Jair Bolsonaro pede a Michel Temer que vete o reajuste de 16 por cento nos salários dos magistrados. O atual presidente pesa as consequências positivas e negativas para tomar a decisão. Não são poucas.

Não adiantará

A maioria dos governadores eleitos, diante da penúria dos cofres, também faz o apelo sobre o reajuste aos ministros do STF, aprovado pelo Senado, querendo que não se estenda. A elevação do teto constitucional do funcionalismo público provoca impacto em cascata nos estados e nos municípios.

Ação e reação

Bastou o anúncio de que as despesas das 138 representações diplomáticas no exterior passarão por pente-fino e veio a resposta: os funcionários do Itamaraty querem aumento de 33 por cento. O futuro governo não usará de diplomacia para dar a resposta.

Sem perda de tempo

A onda Bolsonaro fará com que o PSL, a partir de fevereiro, comece a preparar candidaturas às prefeituras. Não faltarão filiações e pretendentes a concorrer.

Com toda força

Aos que acreditavam que a Operação Lava-Jato perderia o impulso, o balanço da semana prova o contrário: a Polícia Federal e a Receita Federal executaram 64 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão, envolvendo políticos, funcionários públicos, empresários, executivos e advogados em cinco Estados e no Distrito Federal.

Casa dos bilhões

Os quatro maiores bancos do País tiveram lucro adicional de 12,7 por cento de julho a setembro deste ano, em relação a 2017. O valor chegou a 18 bilhões e 435 milhões de reais. Não se leu ou ouviu nenhuma manifestação de agradecimento aos governos que lhes garantem o enriquecimento sem fazer força.

Há 25 anos

A 11 de novembro de 1993, o então presidente Itamar Franco decidiu propor a criação de uma comissão de notáveis para apressar a apuração dos casos de corrupção, semelhante ao juizado de instrução que executava, na Itália, a Operação Mãos Limpas. A ideia foi levada ao Palácio do Planalto pelo senador José Paulo Bisol. Seria formada por dez nomes de reconhecida honradez e nenhum deles com cargo público. Itamar não imaginava o que viria.

Veio o salto

No começo da década de 1990, os corruptos tupiniquins não passavam de simplórios amadores, frequentadores do jardim de infância. Com o passar do tempo e mudanças no poder, surgiram os pós-graduados em desvios do dinheiro público numa escala recorde.

Para não desanimar

Vários partidos fazem reuniões e avaliam os resultados das urnas. Para os que não se elegeram, surge a frase mais usada: o vencedor é o perdedor que não desistiu e tentou mais algumas vezes.

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