Últimas Notícias > Notícias > Brasil > Entidade alerta que as mais de 600 cidades brasileiras atendidas apenas por médicos cubanos poderão ficar sem nenhum profissional da área

As vendas de computadores no País aumentaram pela primeira vez em seis anos

Notebook da HP; marca é líder de vendas junto da chinesa Lenovo. (Foto: Reprodução)

As vendas de computadores pessoais aumentaram pela primeira vez em seis anos, alavancadas especialmente pelo setor profissional, informou a empresa de pesquisa no setor Gartner. A chinesa Lenovo e americana HP estão empatadas em primeiro lugar do mercado, cada uma com 21,9%, seguidos da Dell (16,8%) e da Apple (7,1%).

As vendas aumentaram 1,42% no segundo trimestre, com 62,1 milhões de unidades, depois de ter diminuído nos últimos anos devido à orientação do mercado para smartphones e tablets. Segundo a Gartner, o crescimento provém essencialmente das empresas que atualizam seus computadores o sistema operacional do Windows 10.

“As vendas de PC durante o segundo trimestre impulsionaram o aumento da demanda no setor profissional, mas foi compensado por uma baixa no mercado de consumo individual”, indicou Mikako Kitagawa, analista da Gartner.

“Quanto aos consumidores (…), continuam utilizando seus smartphones para seus contatos cotidianos como as redes sociais e as agendas, o banco e as compras, o que reduz a necessidade de ter um computador”, acrescentou. De acordo com a Gartner, o mercado vai recuar nos dois próximos anos, com a desaceleração das vendas relacionadas ao Windows 10.

Apple

A Apple anunciou uma leve atualização nos MacBook Pro com Touch Bar. No Brasil, a empresa aproveitou a oportunidade para subir os preços tanto dos modelos atualizados quanto o de outros que não tiveram melhoria alguma, casos do MacBook de 12 polegadas e do iMac.

Na média, os notebooks com preço reajustado — novo MacBook Pro e MacBook de 12 polegadas — ficaram 17,3% mais caros. O maior aumento, porém, incidiu no iMac topo de linha com tela 4K de 21,5 polegadas: de R$ 11.200, ele passou a custar R$ 13.400, um aumento de 19,6%. Ao todo, considerando notebooks e iMac, o reajuste médio foi de 17,61%.

Entre os MacBook Pro, a linha de notebooks indicados ao público profissional da Apple, o maior aumento se deu em uma versão que não foi atualizada, o modelo de 13 polegadas sem Touchbar. De R$ 9.800, ele passou a custar R$ 11.700, aumento de 19,4%.

A Apple atualizou apenas as versões do MacBook Pro com Touch Bar, uma tela secundária sensível a toques acima do teclado que exibe funções auxiliares de acordo com o aplicativo que estiver em uso. A empresa adotou os chips mais recentes da Intel, de oitava geração; implementou a tecnologia True Tone à tela, que adapta a temperatura das cores à iluminação ambiente automaticamente; atualizou o Bluetooth para a versão 5; e mexeu no criticado teclado para torná-lo mais silencioso. (A mexida no teclado não tem relação com os problemas que alguns clientes relatam de quebras por farelos e grãos de areia que caem embaixo das teclas.)

A reformulação nos preços acabou vitimando o MacBook Pro de 2015, a versão anterior do equipamento que ainda era vendida e preferida por parte do público devido ao seu teclado, mais confiável, e à oferta maior de portas de conexão — os novos MacBook Pro só contam com portas USB-C/Thunderbolt 3. O modelo, que ainda era vendido por R$ 15 mil, deixou de ser oferecido.

 

Deixe seu comentário: