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Aumento de impostos não sensibiliza parte dos aliados de Sartori

Plenário da Assembleia.
Plenário da Assembleia Legislativa. Foto: AL/Divulgação.

A penúria das finanças públicas do Rio Grande do Sul e a falta de alternativas para enfrentar as duras dificuldades estimulam o governo José Ivo Sartori a pensar em aumento de impostos. A ideia é elevar a alíquota geral de 17% para 18%. O acréscimo de arrecadação, que seria partilhado com as prefeituras (75% para o Estado e 25% para os municípios), não sensibiliza boa parte da base aliada.

“Não compensa o desgaste político”, sustenta um deputado. O secretário da Fazenda, Giovani Feltes, calcula um incremento total de R$ 600 milhões por ano, ficando R$ 450 milhões com o Estado e R$ 150 milhões com os municípios. Os deputados contrários à proposta entendem que o valor pouco representa diante do déficit anual de R$ 4,5 bilhões. Feltes argumenta que a providência faz parte de um conjunto de medidas – e não deve ser vista isoladamente.

O debate promete se arrastar por algumas semanas, mas o governo planeja entregar em maio os projetos à Assembleia Legislativa.

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