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Boleto vencido acima de 100 reais já pode ser pago em qualquer banco

A regra, porém, somente vai valer para os documentos que já estiverem cadastrados na nova plataforma de cobranças desenvolvida pela Febraban. (Foto: Reprodução)

Os boletos vencidos com valor igual ou acima de R$ 100 já podem ser pagos em qualquer banco, o que inclui caixas eletrônicos, sites e outros canais de atendimento. A regra, porém, somente vai valer para os documentos que já estiverem cadastrados na nova plataforma de cobranças desenvolvida pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

​Consumidores que não conseguirem pagar seus boletos devem entrar em contato com o emissor da cobrança, pois é possível que o documento não tenha sido cadastrado na plataforma. Caso isso ocorra, caberá à empresa realizar o cadastro do boleto ou indicar outra forma para o pagamento.

Em 27 de outubro, boletos com valor abaixo de R$ 100 também passarão a seguir as mesmas regras. Já no dia 10 de novembro, serão incluídos os documentos de cobranças de cartões de crédito e de doações. Até lá, esses pagamentos podem ser feitos em toda a rede bancária até o vencimento, independentemente de estarem ou não cadastrados no sistema.

Com a inclusão dos boletos a partir de R$ 100, a plataforma única dos bancos terá incorporado cerca de 3 bilhões do total de boletos emitidos por ano no País. Segundo a Febraban, o sistema dá mais segurança para a compensação de boletos e permite o pagamento, com a eliminação dos riscos de fraudes, além de evitar a quitação em duplicidade.

Inadimplência

A inadimplência cresce mais entre os idosos, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Entre a população de 65 a 84 anos, a inadimplência subiu 9,56% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2017. Foi o maior aumento entre todas as faixas etárias – a alta foi de apenas 1,69% entre os consumidores de 30 a 39 anos, por exemplo.

Vários fatores pesam no endividamento dos mais velhos. Um deles é a própria redução do rendimento, já que a maioria passa a depender exclusivamente da aposentadoria do INSS, quase sempre de apenas um salário mínimo. Mesmo ganhando pouco, muitos idosos passam a ser responsáveis pela renda da família, pois os outros membros foram afetados pelo desemprego. Para compensar, alguns pegam empréstimo consignado (com desconto direto no benefício), o que acaba reduzindo ainda mais o valor que sobra da aposentadoria.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a maior inadimplências dos idosos é reflexo da permanência prolongada dos idosos no mercado. “Eles estão permanecendo por mais tempo no mercado de trabalho, a renda mais curta nessa faixa etária e o aumento expressivo de gastos com saúde podem desajustar o orçamento”, analisa.

O País conta com 7,5 milhões de idosos na força de trabalho, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). No segundo trimestre, 63% dos idosos se declararam como chefes de família.

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