Bolsonaro e Heinze estarão no mesmo palanque

Bolsonaro e Heinze anunciam aliança para outubro. (Foto: Arquivo/Luiz Carlos Heinze)

Pré-candidato ao governo gaúcho, o deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP) confirmou ontem que vai apoiar Jair Bolsonaro, atual pré-candidato à presidência da República. A afinidade é pessoal e partidária: Heinze, como um dos lideres da Frente do Agronegócio, trabalha na Câmara em sintonia com Bolsonaro, que nos últimos anos aproximou-se dos produtores rurais. Ontem, Heinze divulgou nas suas contas em redes sociais um vídeo no qual ele e Bolsonaro trocam elogios e apoios recíprocos.

Presidente do PT compara Lula a traficante

A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), perdeu as referências ao criticar ontem a decisão judicial que proibiu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava-Jato, de participar de entrevistas e da convenção do partido. A senadora comparou Lula com o traficante Marcinho VP, reivindicando o direito de conceder entrevistas. Segundo a senadora, “até Marcinho VP, traficante, deu entrevistas”.

Flávio Rocha, do PRB, desiste

Pressentindo a falta de respaldo político para o seu projeto de disputar a presidência da República, o empresário Flávio Rocha, do PRB, anunciou ontem que está retirando a candidatura. Justifica que “Nós imaginávamos que fosse possível fazer a convergência de um amplo leque de coligações. Eu vi ao longo do tempo que essa perspectiva diminuía. Esse foi um fator preponderante”.

Manifestantes ou baderneiros?

O episódio da votação de pautas polêmicas na Câmara de Vereadores de Porto Alegre desnudou uma contradição flagrante. Diversas pessoas, intitulando-se manifestantes, destruíram vários itens do patrimônio do prédio do Legislativo. Ainda assim, foram classificados como meros manifestantes. A palavra correta, para quem viu os danos causados, seria outra: baderneiros ou vândalos. No final, quem pagará a conta da reparação dos danos será o contribuinte da capital.

Vem aí, um novo pedido de impeachment de Marchezan

Turbinado pelo apoio do Sindicato dos Municipários, que lhe ofereceu assessoria jurídica, Paulo Adir Ferreira obteve uma liminar da Justiça que obriga os vereadores a apreciarem, na próxima sessão, que ocorrerá na segunda-feira, a admissibilidade do seu pedido de impeachment contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior. Na terça, começa o recesso dos vereadores.

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