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Bolsonaro “não quer” e “não pode” intervir no preço do combustível, diz porta-voz

O porta-voz general Otávio Santana do Rêgo Barros divulgou o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que “não quer” e “não pode” intervir nos preços de combustíveis praticados pela Petrobras. A informação foi divulgada nesta terça-feira (16), pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros. “Uma frase que o nosso presidente disse logo no início da reunião, ou seja: ‘eu não quero e não tenho direito de intervir na Petrobras. Eu não quero e não posso intervir na Petrobras'”, relatou o porta-voz, acrescentando que a motivação, conforme Bolsonaro, seria legal e política. A declaração teria sido dada pelo presidente em reunião sobre o tema com ministros.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,74% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa, na sexta (12). Segundo o governo, Bolsonaro queria entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras. De acordo com o porta-voz, o governo ainda estuda outras medidas para atender o setor do transporte de carga, como piso mínimo, pontos de parada e descanso, infrações, entre outras.

Em coletiva de imprensa nesta terça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou que o governo está comprometido em não manipular preços. Na mesma data, o governo federal anunciou medidas em prol da categoria.

As ações ocorrem para evitar uma nova paralisação dos caminhoneiros, como a realizada em maio de 2018, que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos.

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