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Bolsonaro quer fim do contrato da Petrobras com McLaren na Fórmula 1

Emissário do governo esteve na Inglaterra para costurar a ruptura do acordo de cinco anos. (Foto: Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro quer o fim do vínculo entre Petrobras e McLaren. Um emissário do governo teria, inclusive, visitado a sede da equipe nesta semana na Inglaterra para acertar o fim do contrato de patrocínio da estatal brasileira com a escuderia de Fórmula 1.

Como efeito imediato, o nome da companhia seria retirado dos carros da McLaren em meio à temporada da categoria mais importante do automobilismo mundial. Na noite de sexta-feira (17), Bolsonaro publicou comentário em sua conta no Twitter em que afirmou sua intenção de romper o compromisso da Petrobras.

“Em 2018 a Petrobras assinou contrato de publicidade de R$ 782 milhões com a McLaren, válido por cinco anos. No momento, a empresa, por decisão do meu Governo, busca uma maneira de rescindir o contrato”, escreveu. Além da publicidade nos carros, o contrato entre a Petrobras e McLaren também possui uma cláusula contratual de parceria tecnológica.

Manifestações

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP), conhecida por ter sido uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, publicou uma série de mensagens no Twitter na qual afirma ser contra as manifestações que estão sendo convocadas para apoiar o presidente Jair Bolsonaro no dia 26 de maio. Para ela, se as ruas estiverem vazias, Bolsonaro perceberá que terá de parar de “fazer drama” para trabalhar.

Pelo amor de Deus, parem as convocações! Essas pessoas precisam de um choque de realidade. Não tem sentido quem está com o poder convocar manifestações! Raciocinem! Eu só peço o básico! Reflitam!”, escreveu. “Àqueles que amam o Brasil, eu rogo: não se permitam usar! Não me calei diante dos crimes da esquerda, não me calarei diante da irresponsabilidade da direita”, afirmou também.

Janaina conta na rede social que tem recebido muitos pedidos para gravar vídeos e áudios colaborando com as convocações. Por isso, decidiu se posicionar no Twitter para explicar por que não vai ajudar. “O presidente foi eleito para governar nas regras democráticas, nos termos da Constituição Federal. Propositalmente, ele está confundindo discussões democráticas com toma-lá-dá-cá”, escreveu.

A parlamentar diz também que não tem cabimento deputados eleitos legitimamente (aliados de Bolsonaro) fugirem das dificuldades de convencer os colegas (pela aprovação de medidas no Congresso) e ficarem instigando o povo a gerar o caos.

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