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Bolsonaro recua da indicação de um general para comandar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa

O nome do general Paulo Sérgio Sadauskas havia sido enviado ao Senado. (Foto: Reprodução/Facebook)

Um mês depois de enviar ao Senado o nome do general Paulo Sérgio Sadauskas para a vaga que está em aberto na diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o governo do presidente Jair Bolsonaro recuou e retirou a indicação do militar. O Diário Oficial da União publicou nesta sexta-feira (15) o despacho do presidente da República que torna sem efeito o encaminhamento do nome de Sadauskas.

Nesta sexta-feira, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), negou que o cargo esteja no balcão de negócios e disse não ter preconceitos quanto à indicação de uma pessoa do mundo político, como um ex-congressista, para o colegiado da Anvisa. Ele afirmou que o general Sadauskas desistiu do cargo de diretor da Anvisa por motivações pessoais. “Algo de família, parece”, disse Mandetta. Sadauskas havia sido indicado para o cargo em meio a divergências do ministro com a agência.

Cigarros

Nesta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária divulgou uma lista com 90 marcas de cigarros comercializadas de forma irregular no Brasil. Segundo a pasta, os produtos representam um grave problema, já que têm preço mais baixo do que os regularizados e consequentemente são mais acessíveis para crianças e adolescentes.

O cigarro é um dos produtos mais vendidos no mundo. De acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), em 2016 existiam 1,1 bilhão de fumantes adultos em todo o planeta. Embora muitos já saibam, é importante reforçar que o consumo de tabaco traz diversas desvantagens para a saúde, como doenças respiratórias, cardíacas e odontológicas.

Para evitar o aumento do consumo de cigarros, a OMS prevê no artigo 6º da Convenção-Quadro da OMS para Controle do Tabaco (CQCT) o aumento de impostos e dos preços dos cigarros. No entanto, o mercado ilegal continua crescendo, destruindo os efeitos dessa política exigida pelo órgão, já que os preços tendem a ser mais baixos.

A Anvisa ressalta que não existem níveis seguros para o consumo de qualquer produto derivado do tabaco. Por esse motivo, a única forma de estar livre dos riscos relacionados a esses produtos é não consumi-los e não respirar a fumaça produzida por quem fuma. Para identificar se o produto derivado do tabaco está registrado na Anvisa, basta consultar, na página da agência na internet, uma lista com os produtos regulares.

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