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Brasileiros fizeram um ato pró-Lula e Dilma no Festival de Berlim

O ato ocorreu a um quarteirão do Berlinale Palast, onde acontece o Festival de Berlim. (Foto: Reprodução)

Munidos de faixas, megafones e panfletos, um grupo de 15 pessoas fez uma manifestação em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final da tarde desta quarta-feira (21) na praça de Potsdamer Platz, uma das mais movimentadas de Berlim, na Alemanha. O protesto, convocado pelas redes sociais por brasileiros que moram na cidade, aconteceu a um quarteirão do Berlinale Palast, onde acontece o Festival de Berlim.

A manifestação aconteceu algumas horas antes da estreia do documentário “O processo”, de Maria Augusta Ramos, na mostra Panorama, uma das seções mais importantes da maratona alemã, que termina neste sábado (24). O filme mostra os bastidores do julgamento que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, no ano de 2016.

O protesto, que contou com performance de músicos e um bailarino, atraiu alguns curiosos que passavam pela região, cercada de shoppings, hotéis e de estações de metrô. Uma longa carta aberta foi lida no início da ação popular, na qual se pede “o resgate imediato do Estado democrático e de direito; o direito de Lula ser candidato; a volta da presidenta eleita; o enquadramento dos golpistas e imediata revogação dos seus atos; e por eleições limpas, transparentes e sem o aparalhamento dos golpistas”.

“O processo” é um dos quatro documentários brasileiros exibidos este ano no festival alemão – saiba mais sobre os filmes. O Festival de Berlim, em sua 68ª edição, vai até o dia 25 de fevereiro.

Confira os 19 longas que estão na corrida pelo Urso de Ouro:

“3 days in Quiberon”, de Emily Atef (Alemanha / Áustria / França).

“Ang panahon ng halimaw”, (“Season of the Devil”), de Lav Diaz (Filipinas).

“Damsel”, de David Zellner e Nathan Zellner (EUA).

“Don’t worry, he won’t get far on foot”, de Gus Van Sant (EUA).

“Dovlatov”, de Alexey German Jr. (Rússia/ Polônia / Sérvia).

“Eva”, de Benoit Jacquot (França / Bégica).

“Figlia mia”, de Laura Bispuri (Itália / Alemanha / Suíça).

“Las herederas”, de Marcelo Martinessi (Paraguai / Uruguai / Alemanha /

Brasil / Noruega / França).

“In den Gängen”, (“In the aisles”), de Thomas Stuber (Alemanha).

“Ilha de cachorros”, de Wes Anderson (Reino Unido / Alemanha).

“Khook”, (“Pig”), de Mani Haghighi (Irã).

“Mein Bruder heißt Robert und ist ein Idiot”, (“My brother’s name is Robert and

he is an idiot), de Philip Gröning (Alemanha / França / Suíça).

“Museo”, de Alonso Ruizpalacios (México).

“La prière”, de Cédric Kahn (França).

“Toppen av ingenting”, (“The real estate”), de Måns Månsson e Axel Petersén (Suécia / Reino Unido).

“Touch me not”, de Adina Pintilie (Romênia / Alemanha / República Tcheca / Bulgária / França).

“Transit”, de Christian Petzold (Alemanha / França).

“Twarz”, (“Mug”), de Małgorzata Szumowska (Polônia).

“Utøya 22. Juli”, (“U – July 22”), de Erik Poppe (Noruega).

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