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Polícia argentina entrega à brasileira um dos responsáveis pelo roubo a joalheria em Estância Velha

Suspeitos Davi (preso na Argentina) e Rafael (preso, anteriormente, em Portão), respectivamente. (Foto: Divulgação)

Após ser preso pela polícia da Argentina, um dos suspeitos de assaltar uma joalheria de Estância Velha — caso em que morreram pai e filho, no último mês — foi entregue a policia brasileira nesta terça-feira (23). Davi dos Santos Mello, de 20 anos, foi localizado na Província argentina de San Vicente.

A fuga

Conforme informações da polícia local, o indivíduo se dirigia a Porto Soberbo e pretendia cruzar a fronteira do Brasil, no local, junto com o pai, que teria o levado até a divisa, estavam sua esposa, filha e o tio, que mora na Argentina.

Segundo o Delegado  Márcio Niederauer, a polícia argentina recebeu uma denúncia anônima que um foragido do Brasil estaria fazendo travessia. Na segunda-feira (20), Davi já se encontrava na lista vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).

Nesta quinta-feira (23), a Polícia Civil foi ao encontro do preso que estava em custodia da Polícia Federal na fronteira do Brasil com  a Argentina. O contato intenso entre as policias e a Interpol fez com que ao receber a informação uma barreira fosse feita para captura do foragido.

Após a captura foram colhidas digitais do preso para confirmação de sua identidade. O Instituto Geral de Perícias confirmou como sendo Davi dos Santos Mello.

Ele chegou até São Leopoldo na madrugada de hoje (23), para depoimento. Davi tinha antecedentes policiais por roubo e estava cumprindo pena domiciliar sem tornozeleira.

O outro suspeito, Rafael Santos Domingues já havia sido preso, no dia 23 de abril, no município de Portão. Ele nega o crime e apesar de afirmar inocência se nega a colaborar com material genético que poderia tirá-lo da cena do crime. Também estão sendo investigados outros possíveis responsáveis pelo crime, que devem ser indiciados nas próximas semanas.

O caso

Durante o assalto, ocorrido no dia 10 de abril, foram assassinados os donos do estabelecimento, Luis Fernando Canova, de 35 anos, e seu pai, Leomar Jacó Canova, de 59 anos.

 

 

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