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Casamento de Michael Jackson e Lisa Marie Presley nunca foi consumado

Michael e Lisa Marie foram casados entre 1994 e 1996. (Foto: Reprodução/Instagram)

Durante anos a cantora Lisa Marie Presley afirmou que seu casamento com Michael Jackson (morto em 2009) havia sido consumado, negando qualquer teoria de que a união seria meramente um golpe de marketing. No documentário “Inside Edition”, da rede CBS, Sandy Domz, que trabalhava como assistente administrativa em Neverland, disse que não existia qualquer tipo de intimidade entre o rei do pop e a filha de Elvis Presley.

Segundo o jornal britânico “The Mirror”, o astro colocava perfume nas calcinhas de Lisa Marie para fingir que eles tinham transado. “Michael pegava algumas roupas íntimas e as jogava no chão. As peças eram perfumadas para parecer que Lisa Marie esteve no quarto. Mas, no meu conhecimento, ela nunca esteve lá. Estava no quarto rosa ou dormindo nas camas de hóspedes”, conta Sandy.

Casados de 1994 a 1996, Lisa Marie pediu o divórcio alegando diferenças irreconciliáveis. Em entrevista à Oprah Winfrey, em 2010, cantora entregou que ela e Michael tentaram reatar depois da separação por quatro anos.

Homenagens canceladas

Os dez anos da morte de Michael Jackson, em 25 de junho, serviriam de gancho para diversas homenagens na televisão. Ou pelo menos era esse o plano.

Projetos de produtores e canais dos EUA foram por água abaixo desde que a imagem do rei do pop foi arruinada pelo documentário “Deixando Neverland”, da HBO, que trouxe depoimentos chocantes de dois homens que teriam sido abusados sexualmente pelo cantor. Profissionais estão revelando como o trabalho acumulado ao longo de um ano foi subitamente jogado no lixo.

Entre os projetos previstos estavam duas séries — uma documental e outra de ficção — adaptadas do livro “Intocável: a estranha vida e a trágica morte de Michael Jackson”, do jornalista americano Randall Sullivan. A obra, publicada em 2012, reconta os últimos anos do cantor.

As atrações trariam materiais e depoimentos inéditos sobre a vida do artista, segundo a produtora Big Fish, que iniciou a tarefa de pesquisa há mais de um ano. Só que, em janeiro, o documentário “Deixando Neverland”, de Dan Reed, foi exibido no Festival de Sundance, mudando para sempre a percepção que tínhamos do astro.

No filme, Wade Robson e James Safechuck contam, com detalhes explícitos, como teriam sido estuprados por Michael Jackson quando eram crianças.

O impacto do documentário foi imediato, conforme revela uma entrevista de Dan Cesareo, presidente da Big Fish, à revista “Variety”. Segundo ele, o canal que exibiria a série documental pulou fora rapidamente (ele não revelou o nome da rede).

“A sensação era que o projeto havia se tornado essencialmente tóxico. Ninguém queria encostar nele”, lembra o produtor.

O mesmo aconteceu com a série de ficção.

“Quando ‘Deixando Neverland’ foi exibido em Sundance, as pessoas sequer retornavam nossas ligações”, completa Cesareo.

Outro projeto grandioso descartado foi a recriação do show “This is it”, que Jackson planejava fazer antes de sua morte. A ideia do produtor Scooter Braun era reunir dançarinos do artista e cantores famosos num concerto que viraria, depois, um especial televisivo. O projeto, no entanto, sequer saiu do papel.

Segundo a reportagem da “Variety”, ainda é uma incógnita como (e se) grandes redes de televisão dos EUA vão abordar os dez anos da morte de Michael Jackson.

“Neste momento, as pessoas querem manter distância do assunto”, resumiu um executivo de TV que não quis se identificar. As informações são do jornal O Globo.

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