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A proprietária de uma clínica em Novo Hamburgo foi presa por suspeita de aplicar “vacinas falsas” da febre amarela

A clínica funcionava há cerca de um ano. (Foto: Deic/Divulgação)

Foi presa na quarta-feira (14) a proprietária da clínica de vacinação Vacix, em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. De acordo com o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), o local foi interditado pela Vigilância Sanitária do município por suspeitas envolvendo a origem das doses irregulares de vacina que eram aplicadas em pacientes no estabelecimento.

A partir de denúncias, a Vigilância Sanitária de Novo Hamburgo esteve no estabelecimento e constatou que as vacinas contra febre amarela e meningite não eram aplicadas. A injeção estaria vazia. Além disso, as agulhas eram reaproveitadas. A clínica funcionava há cerca de um ano.

Ainda segundo a denúncia, a presa, uma farmacêutica de formação, obtinha vantagem econômica vendendo vacinas que efetivamente não possuía no estoque da clínica, enganando as vítimas no momento da aplicação do produto. Embora a investigada efetivamente perfurasse a pele das vítimas com a agulha, não injetava nenhuma vacina nas mesmas, uma vez que o produto vendido encontrava- se em falta no estoque do estabelecimento.

A mulher, presa preventivamente, responderá por crimes contra as relações de consumo e contra a própria saúde pública. Conforme a Polícia Civil, a detida foi encaminhada para o Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre.

 

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