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Com aval do presidente Temer, Padilha busca saídas para crise no Polo Naval

Os delegados elaboraram 14 perguntas ao ministro da Casa Civil. (Foto: Reprodução)

Com o aval do presidente da República Michel Temer, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, confirma que vai coordenar a criação de um grupo de trabalho interministerial para discutir a crise da indústria naval, com foco no problema que hoje ocorre em Rio Grande. Padilha anunciou a decisão, depois de receber em seu gabinete, em Brasília, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Fábio Branco, o deputado federal Alceu Moreira (PMDB) e o deputado estadual Gabriel Souza (PMDB).

Crise na Zona Sul e busca de soluções

O relato levado pelo secretário Fábio Branco a Padilha é preocupante: as cidades de Rio Grande e São José do Norte enfrentam um cenário de perda de postos de trabalho diante das dificuldades pelas quais passou a Petrobras nos últimos anos. O grupo de trabalho vai trabalhar para abrir um canal de diálogo entre a Petrobras, ministérios e representantes municipais para discutir a viabilidade da continuidade de projetos. Na reunião, o ministro Eliseu Padilha deixou claro que as decisões da Petrobras sobre construção de plataformas dependem de demandas do mercado. “O ministro demonstrou seriedade e transparência, sem criar falsas expectativas”, frisou Branco em entrevista após o encontro.

Recuperação Fiscal: o dia seguinte

Um dos principais protagonistas da aprovação pela Câmara dos Deputados, por 301 votos a 127, do texto-base do Projeto de Lei Complementar 343/2017, que institui um Regime de Recuperação Fiscal para Estados em grave dificuldade financeira, o deputado federal gaúcho Darcísio Perondi comemora o fato. O relator, Perondi, que é vice-líder do governo, conseguiu emplacar junto ao relator do projeto, deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ), várias sugestões que visam flexibilizar as contrapartidas exigidas pela União. As sugestões acatadas preveem a redução dos incentivos tributários em 10%, ressalvados aqueles concedidos por prazo certo e em função de determinadas condições, não especificadas no projeto. O texto original previa 20% ao ano.

Requião e a criminalização de magistrados

Relator da proposta que atualiza a lei do abuso de autoridade, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) incluiu uma emenda que autoriza aos réus a propositura de ação penal privada contra juízes e membros do Ministério Público. Requião chegou a anunciar que o seu relatório tinha apoio do juiz Sérgio Moro, que teria sido consultado a respeito, mas foi obrigado a desmentir a afirmação, diante da manifestação pública do magistrado, condenando o teor do documento elaborado pelo senador.

O aparte de Ana Amélia

A senadora Ana Amélia chegou a apartear ao senador Roberto Requião, quando este defendia o relatório, e questionou o substitutivo da Lei de Abuso de Autoridade. Segundo a senadora gaúcha, “questionei porque entendo que esse substitutivo não elimina a criminalização dos juízes na interpretação da lei! Ponderei que cada poder tem prerrogativa própria. Cabe ao STF intervir quando há dúvidas sobre a constitucionalidade das leis!”.

Requião e os apelidos

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) ficou conhecido dos jornalistas pelas explosões de humor e de agressividade, que utiliza como estratégia para fugir a perguntas embaraçosas. Essas explosões fortes lhe renderam apelidos curiosos nos últimos anos. Apelidos são comuns em pessoas com vida pública. Um destes apelidos dados a Requião atribui-se ao falecido senador Orestes Quércia (PMDB-SP): Maria Louca. Apelido cuja motivação até hoje desperta imensa curiosidade.

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