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Confira o posicionamento dos senadores gaúchos à respeito da divulgação de mensagens do ministro Sergio Moro

Decisão que fundamentou prisões, porém, não faz menção a mensagens publicadas por site. Na foto, o ministro Sérgio Moro. (Foto: EBC)

Desde o inicio da manhã desta quarta-feira (19) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) está ouvindo os esclarecimentos do ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro à respeito das conversas divulgadas pelo portal The Intercept Brasil. Os trechos intitulados de “#VazaJato” mostram supostas mensagens trocadas entre o ministro e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato.

Nas conversas, Moro, então juíz da 13ª Vara Federal de Curitiba e responsável pelos processos ligados à Lava Jato, teria influenciado no trabalho da procuradoria e trocado informações sobre a operação.

O senador gaúcho Luis Carlos Heinze (PP-RS) elogiou o trabalho do ministro. “Parabéns ao seu trabalho, estamos juntos por um Brasil diferente”. Heinze não fez nenhuma pergunta durante seus cinco minutos.

Como resposta, Moro disse: “Temos realmente um compromisso com a população que elegeu o novo governo de promover uma transformação. As experiências dos últimos cinco anos, as revelações dos fatos foram muito dramáticas a ponto de gerar descrédito da própria democracia, algo que nunca poderia acontecer. Chegou um nível a corrupção, que foi exposta, e as pessoas perderam a fé. Nossa obrigação é dar uma resposta à população, fazer com que as pessoas retomem a fé nos seus representantes”.

Já o senador Lasier Martins (Podemos-RS), membro suplente da CCJ, afirmou que Moro trabalha em “dinamizar processo” e indagou o ministro referente a sua declaração, nas mensagens vazadas, sobre acreditar no ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Fux. Ele perguntou se a afirmação seria uma discriminação de Moro aos demais ministros do STF.

 

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