Home > Notícias > Brasil > Em troca da volta da contribuição assistencial, centrais sindicais oferecem ao governo oposição menor às reformas da Previdência e trabalhista

CPI para apurar o escândalo do Badesul

(Foto: Reprodução)

Com pouca prática na atividade de destruir reputações, a atual base do governo na Assembleia resolveu dar apoio ao pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito que apure responsabilidades no escândalo dos financiamentos concedidos pelo Badesul durante a gestão do governador Tarso Genro.

Se esmiuçado, o caso pode levar à descoberta de dezenas de milhões de reais do banco entregues de mão beijada a empresas que, de acordo com relatórios técnicos, explodiriam logo adiante. Como de fato ocorreu. O fato é que o dinheiro emprestado sumiu, e as garantias viraram pó, na maioria dos casos. Um prato cheio para uma CPI.

Prováveis protagonistas da CPI

Ao que tudo indica, a CPI poderá ter como presidente o deputado Enio Bacci (PDT) e como relator Sergio Turra, do PP.

A lista de Janot

A lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregue ao STF é mais explosiva do que se imaginava. O seu conteúdo, com 983 inquéritos, envolve pelo menos cinco ministros do governo e os presidentes da Câmara e do Senado. E, naturalmente, os ex-presidentes Lula e Dilma.

Urgência no projeto da dívida

Mesmo diante do dia tenso, a Câmara dos Deputados conseguiu votar a urgência pra votação do projeto do governo que renegocia as dívidas dos Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. São os casos mais urgentes. Com isso, o projeto pode ser votado ainda esta semana.

Fundo partidário: um escárnio de R$ 3,5 bi até agora

A maioria dos partidos políticos, que dispõe dos recursos do Fundo partidário, utiliza este numerário para custear festas, aviões, hotéis, e outros itens obscuros. Um cálculo com base nos números disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral mostra que chega a R$ 3,57 bilhões os gastos obscuros desses partidos entre 2011 e 2016 e que são objeto de questionamento na Justiça Eleitoral. Um outro problema está na demora da Justiça Eleitoral para julgar os casos, o que acaba estimulando os abusos.

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