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Crianças sozinhas no voo: conheça todas as regras para viajantes mirins

As principais companhias aéreas aceitam transportar crianças sem a companhia de um adulto responsável a partir de 5 anos, sempre mediante a contratação e pagamento extra de um serviço especial de supervisão. (foto: reprodução)

A companhia aérea United mudou a regra de idade para transportar crianças desacompanhadas: tornou obrigatória a contratação de supervisão para menores de até 15 anos – a maioria das empresas faz a exigência até 12 anos. A Gol também tem novidade no tema: o recém-lançado serviço Voe Junto, que permite aos pais receberem mensagens sobre o passo a passo da viagem dos filhos. A Latam oferece checagem via celular do itinerário da criança. Conheça todas as regras e condições das viagens de crianças desacompanha a seguir. Consulte também a cartilha do Conselho Nacional de Justiça sobre o tema.

Compra das passagens por telefone
As empresas aéreas exigem que a compra das passagens seja feita por telefone; internet não serve.

Serviço de acompanhamento
As principais companhias aéreas aceitam transportar crianças sem a companhia de um adulto responsável a partir de 5 anos, sempre mediante a contratação e pagamento extra de um serviço especial de supervisão. Para adolescentes a partir dos 11 ou 12 anos (depende da empresa; faça a consulta por telefone), esse serviço de acompanhamento se torna opcional. Das empresas brasileiras, apenas a Azul não transporta criança de 5 a 12 anos desacompanhada em viagens a destinos internacionais.

A equipe de bordo se responsabiliza pelo menor desacompanhado; por isso, a escolha do assento será feita, no check-in, sob orientação do atendente, para facilitar o trabalho dos tripulantes. Na maioria das empresas há a opção de reservar refeição especial para crianças, por telefone, até 48 horas antes do embarque. Além do sistema de entretenimento regular da aeronave, em geral há livros e material de desenho para distrair a criança.

Crianças desacompanhadas sob supervisão da tripulação são as últimas a desembarcar. A taxa de contratação do serviço inclui que os menores sejam acompanhados por funcionários da companhia aérea em toda a área restrita do aeroporto – inclusive na passagem pelo guichê da imigração e a retirada da bagagem. As crianças só são liberadas à pessoa formalmente indicada para buscá-las, que deve apresentar um documento. Atenção: as aéreas não entregam menores a representantes de empresas, e isso inclui motoristas de transfers, por exemplo.

Taxa extra
A maioria das empresas exige ainda que a criança que viaja sem os responsáveis pague o valor da passagem de adulto. A taxa extra varia de 129 reais a 150 reais em voos pelo Brasil, e de 100 dólares a 150 dólares ou 60 euros a 150 euros nos trechos internacionais.

Documentos
O adulto que levar a criança ao aeroporto preencherá formulário da companhia aérea (isso também pode ser feito em casa) e informará nome completo e documento de quem vai buscar o menor no aeroporto de destino. Para viagens no Brasil: RG e autorização expedida pela Vara da Infância. Ao exterior, tudo isso e mais: passaporte; quando for o caso, visto, formulário eletrônico de imigração, documento de residência, certificado de vacinação; passagem de volta; endereço de hospedagem.

Conexão no voo limita viagem
A existência de conexão no voo limita as possibilidades de viagem para crianças desacompanhadas. O acompanhamento não é vendido se há troca de aeroporto ou de companhia aérea. A United não permite mais viagem de menor sozinho em trechos com conexão. Por isso é melhor conferir com a empresa antes de comprar a passagem. (AE)

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