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De olho nos votos de Bolsonaro, Eduardo Leite muda de posição

Jair Bolsonaro fez ontem um balanço ao lado do senador eleito pelo Rio Flavio Bolsonaro. (Foto: Arquivo pessoal)

Depois de afirmar segunda-feira que Jair Bolsonaro “não me representa”, o candidato tucano ao Piratini Eduardo Leite mudou de ideia. Ontem, ele anunciou que agora apóia Bolsonaro no segundo turno.

Leite correu sério risco

A reação de aliados à sua posição de distanciamento de Bolsonaro, assustou Eduardo Leite, temendo a debandada de parceiros importantes, como o senador eleito Luiz Carlos Heinze, que teve 2,3 milhões de votos. Heinze deixou claro que “no segundo turno estarei ao lado de quem estiver apoiando Bolsonaro”.

Sartori vê “oportunismo” do adversário

O anúncio de Eduardo Leite acontece depois de José Ivo Sartori anunciar, já na segunda-feira, apoio a Bolsonaro no segundo turno. O governador, candidato à reeleição, considerou o anúncio tardio do adversário como “oportunista”.

Bolsonaro tem 60% no Sul

Ontem, o Datafolha indicava que Bolsonaro tem 58% do eleitorado brasileiro contra 42% de Fernando Haddad. Na região Sul, o apoio a Jair Bolsonaro chega a 60%, contra 26% de Haddad.

Haddad agora verde/amarelo e sem Lula

Na campanha de Fernando Haddad, ocorreu uma intervenção ontem. O vermelho foi trocado pelas cores verde e amarelo. E a partir de agora, Lula será descolado da propaganda. O nome do partido, por exigência da lei eleitoral, será mantido. No material de campanha do primeiro turno, aparecia a frase “Haddad é Lula” na cor vermelha, característica do PT.

Bolsonaro neutro nos Estados

O presidenciável Jair Bolsonaro afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan que vai manter a neutralidade no segundo turno das disputas estaduais. A exceção, segundo Bolsonaro, será Roraima, onde Antonio Denarium, que pertence ao PSL, disputa o governo do Estado contra o tucano José de Anchieta.

Kátia Abreu pede renúncia de Haddad

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) mostrou ontem que sua imaginação não tem limites: defendeu que o candidato do PT, Fernando Haddad, renuncie à campanha presidencial nas eleições 2018 “em nome da democracia”. O objetivo segundo ela, é que o petista, ao abrir mão da disputa, evite uma derrota e abra espaço para que Ciro Gomes (PDT) seja o adversário de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno.

 

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