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De volta ao Rio de Janeiro, Bolsonaro recebeu diplomatas da Alemanha e da Argentina. Em rede social, o presidente eleito disse que empresas estrangeiras desejam investir no Brasil

Bolsonaro foi visitado pelo embaixador argentino Carlos Magariños (D). (Foto: Reprodução)

De volta ao Rio de Janeiro após uma agenda intensa durante a semana em Brasília, na manhã dessa sexta-feira o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) recebeu em sua casa a visita do embaixador da Argentina, Carlos Magariños. Ele estava acompanhado do cônsul Cláudio Gutierrez.

Antes, ele havia recebido representantes do corpo diplomático alemão no Brasil. Por volta de 10h, Bolsonaro se reuniu com os alemães. A conversa durou cerca de uma hora hora. O embaixador não falou com a imprensa após deixar o condomínio na Barra da Tijuca.

Bolsonaro voltou ao Rio de Janeiro depois de passar os últimos dois dias em Brasília. Na capital, ele se encontrou com presidentes de poderes e representantes das Forças Armadas, além de participar de uma reunião no gabinete do governo de transição.

No último dia 28, após confirmada a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) no segundo turno, o futuro “superministro” da Economia, Paulo Guedes, foi questionado sobre a relação do novo governo com a Argentina e o Mercosul. Ele disse que o país vizinho e o bloco regional “não eram prioridade”.

Diante da repercussão negativa de sua declaração, dois dias depois ele voltou atrás e afirmou, em entrevista coletiva, que “em nenhum momento quis desmerecer a Argentina” e que, na verdade, a sua intenção havia sido apenas a de ressaltar que o foco do próximo governo são os “desequilíbrios internos”.

Os encontros na residência de Bolsonaro, no Rio de Janeiro, ocorrem em meio a atritos no exterior gerados por declarações do presidente e de membros da cúpula do novo governo.

Um dos fatos recentes, que diz respeito à possível mudança da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, levou ao cancelamento de uma visita da diplomacia brasileira ao Egito como retaliação. Na última terça-feira, durante a passagem pelo Distrito Federal, Bolsonaro não quis responder a questionamento sobre o assunto. “Não, outro assunto, outra pergunta aí”, respondeu a um grupo de repórteres.

Enquanto ocorriam as reuniões com os diplomatas, o cirurgião plástico e apresentador conhecido como “Dr. Rey” esteve em frente à casa de Jair Bolsonaro. Aos jornalistas, ele disse que iria se oferecer para ser ministro da Saúde. “Talvez ele ria da minha cara, não tem problema”, afirmou. Rey deixou o local sem ser recebido pelo presidente eleito.

Rede social

Depois das reuniões, Bolsonaro escreveu no Twitter sobre o encontro com os representantes argentinos: “Após as eleições, grandes empresas já anunciaram milhões em investimentos no Brasil nos próximos anos. É só o começo! Comércio com o mundo todo sem viés ideológico + Redução de impostos + Desburocratização = Mais confiança, mais investimentos e mais empregos”.

Ele deve voltar a Brasília na próxima terça-feira para um encontro com governadores eleitos. Ele também deve acompanhar os trabalhos da equipe de transição, que está instalada na sede do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

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