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Deveria se calar

O ex-ministro Celso Amorim continua se esforçando para agradar ao PT. (Foto: Abr)

Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores dos governos Fernando Henrique e Lula, foi condutor de grandes malogros. Ontem, voltou à cena para dizer que “a guinada brasileira para um alinhamento total de apoio a Washignton não é compatível com os interesses brasileiros”.

Festival de equívocos

Compatível para Amorim foi:

1º) a decisão do ditador Evo Morales de ocupar refinaria da Petrobras na Bolívia, em 2006, expulsando os brasileiros sem indenização.

2º) o Brasil apoiar o ditador Hugo Chávez que, com seu populismo misturado à corrupção, levou o povo da Venezuela à fome e à fuga para os países vizinhos.

3º) estender tapete vermelho em Brasília, há 10 anos, para o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Líder maluco que pregava a guerra nuclear e a destruição de povos. Acabou empurrado para fora do poder pela parcela lúcida de seu país.

4º) financiar obras em Cuba com dinheiro do BNDES. Dinheiro emprestado, que nunca voltará aos cofres brasileiros, porque a família Castro se acostumou a viver com subsídios e a passar calote.

5º) fazer empréstimos a países africanos para obras regadas a propinas como investigações da Polícia Federal e do Ministério Público comprovaram.

Direito de escolha

O Brasil tem mais a ganhar reaproximando-se dos Estados Unidos ou de ditadores de países que são caloteiros, querem nossa ajuda e oprimem seus povos?

Correram na frente

Audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa realizou-se ontem com objetivo de debater a legalidade da proposta de emenda constitucional, que retira a necessidade de plebiscito para venda de estatais. Funcionários lotaram o plenarinho para protestar. Muitos deputados também participaram, o que deixou sem quorum a reunião da mesa diretora, no final da manhã. Até parlamentares da oposição reconheceram: na audiência, não estava em discussão o mérito da medida, que será o passo seguinte. De qualquer forma, com a tendência de aprovação da eliminação do plebiscito, as corporações demonstraram a inconformidade.

Motivo para demora

A vaga de secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo pertence ao PTB. É indiscutível. O governo, porém, exige um técnico. Os trabalhistas indicam Flavio Lammel e Edemar Tutikian, que têm esse perfil. Ocorre que, não havendo substituição por um deputado do PTB, o PP perderá uma vaga na Assembleia. Os dois partidos fizeram coligação e o primeiro suplente, Marcus Vinicius, é progressista.

Há 20 anos

A 20 de março, o governo federal bloqueou de novo recursos do Rio Grande do Sul, no valor de 12 milhões e 996 mil reais, incluindo repasses do Fundo de Participação dos Estados e do Imposto sobre Produtos Industrializados. O total retido subiu a 48 milhões de reais para amortizar a dívida que o Estado não vinha pagando à União.

Custo pesado

Qual o valor total da contratação de vigilantes, equipamentos eletrônicos, grades, blindagens de portas e reforço de vitrines para evitar assaltos? O Clube de Diretores Lojistas (CDL) do Rio de Janeiro, que ouviu 750 donos de estabelecimentos, concluiu: a despesa no ano passado foi a 1 bilhão e 853 milhões de reais. O CDL de Porto Alegre está fazendo o mesmo levantamento e divulgará em breve.

Fundo do poço

No café da Assembleia Legislativa, ontem à tarde, um técnico de nível superior da Secretaria da Fazenda relatava sobre as grandes dificuldades que o governo do Estado passará este ano com a falta de dinheiro. Um integrante da mesa, ao final, resumiu: “Só sabemos o valor da água quando o poço seca.” A frase foi muito usada pelo político norte-americano Benjamin Franklin.

Ousadia inédita

Ao chamar o ministro Gilmar Mendes de “vendedor de sentenças” e “canalha”, o senador Jorge Kajuru, do PSB de Goiás, ganhou ontem apelido de seus colegas: Maluco Beleza.

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