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Devido ao zika vírus, os Estados Unidos recomendam que grávidas adiem viagens ao Brasil

Mosquito se reproduz em água parada (Foto: Reprodução)

O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças) dos EUA recomendou que grávidas adiem viagens para 14 locais afetados pelo zika vírus, entre eles o Brasil. Em comunicado à imprensa, seguido por entrevista coletiva na noite de sexta-feira (15), diretores do órgão alertaram que mulheres em qualquer estágio de gravidez “devem considerar adiar suas viagens” e que, aquelas que não podem desmarcar seu deslocamento, devem “conversar com seus médicos e seguir estritamente as medidas de prevenção para evitar serem picadas pelo mosquito” Aedes aegypti.

As recomendações também se estendem a mulheres em idade reprodutiva, especialmente aquelas que planejam engravidar em breve, de acordo com Lyle Petersen, diretor da Divisão de Doenças Infecciosas do centro.

Cynthia Moore, diretora da Divisão de Defeitos de Nascença e Deficiências de Desenvolvimento do CDC, afirmou que, embora a maioria dos casos de microcefalia no Brasil tenham sido registrados em filhos de mães expostas ao zika no primeiro trimestre da gravidez, ainda não se sabe se existe um período da gestação mais vulnerável. Ela informou que os estudos sobre o assunto ainda estão em andamento.

O centro afirmou que o Brasil não é especialmente mais perigoso, apesar da grande incidência de casos de microcefalia, e que as precauções devem ser igualmente observadas nos 14 locais destacados como regiões de risco: Brasil, Colômbia, El Salvador, Guiana Francesa, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Suriname, Venezuela e Puerto Rico.

 

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