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Donald Trump culpa a classe política por não apoiar as medidas de segurança propostas pelo seu governo para as escolas do país

Trump está defendendo medidas de segurança após o último tiroteio em massa em uma escola de Parkland. (Foto: Reprodução)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se vangloriou nesta segunda-feira (12) porque sua Administração está “se movimentando rapidamente” para reforçar a segurança nas escolas, mas denunciou a falta de apoio que está recebendo por parte da classe política de Washington “neste assunto”.

“Enormes melhorias e reforços no sistema de verificação de antecedentes, que será respaldado completamente pela Casa Branca (…). As coisas estão se movimentando rapidamente neste assunto, mas não existe muito apoio político”, escreveu Trump nesta segunda-feira em sua conta pessoal Twitter.

Na mensagem, o líder voltou a insistir que os aceleradores de disparos “em breve” serão ilegais e reiterou sua proposta de treinar alguns professores para que possar portar armas em aula com o objetivo de reforçar a segurança nas escolas.

Além disso, apesar do que foi expressado pelo próprio líder ao longo das últimas semanas, Trump falou que “antes de atuar” em relação com a idade legal para ter armas, terá que estudar a questão.

Estas mensagens coincidem com o plano revelado no domingo pela Casa Branca com o propósito de evitar futuros tiroteios nos centros educativos, o que inclui o treino de professores e a melhoria do sistema de antecedentes penais, mas quer proibir a compra de determinadas armas até os 21 anos.

O governo está defendendo estas medidas depois do último tiroteio em massa em uma escola de Parkland (Flórida) em fevereiro e que deixou 17 pessoas mortas, e cujo autor foi o jovem Nikolas Cruz, de 18 anos.

Encontro com líder saudita

Trump, receberá em 20 de março, em Washington, o influente príncipe-herdeiro da Arábia Saudita, Mohamed bin Salman, informou a Casa Branca nesta segunda-feira.

“O presidente espera poder discutir formas de fortalecer os laços entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita”, disse a porta-voz da Presidência americana, Sarah Sanders.

O príncipe tem na agenda uma visita por Egito, Reino Unido e Estados Unidos, em sua primeira viagem como herdeiro saudita.

Bin Salman tem estreita relação com o presidente Trump e com seu genro e assessor Jared Kushner, apontado como um dos responsáveis por ter dado a venia da Casa Branca à consolidação de seu poder na família real saudita.

Embora várias vozes tenham considerado a ascensão de bin Salman como um esforço claro por centralizar poder na Arábia Saudita, autoridades locais insistem em que se tratou de um ataque frontal à corrupção endêmica, enquanto o país se prepara para uma era posterior ao auge do petróleo.

Várias autoridades morreram em circunstâncias suspeitas, enquanto outras foram detidas e forçadas a ceder seus bens.

Neste quadro, bin Salman prometeu uma sociedade mais aberta, na qual as mulheres possam dirigir carros e que permita regras mais brandas sobre a música.

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