Últimas Notícias > Esporte > Futebol > Inter > Técnico do Inter foge de perguntas sobre arbitragem no Grenal: “Eu, aqui, tenho que falar sobre futebol”

Em congresso em Brasília, o PPS adota o nome Cidadania

O partido conta com oito deputados federais e três senadores. (Foto: Divulgação)

Na esteira de um movimento de siglas que alteraram os seus nomes para driblar o desgaste com a crise da representação política no País, integrantes do PPS (Partido Popular Socialista) aprovaram a mudança de nome do partido para Cidadania. A decisão foi tomada durante um congresso extraordinário realizado na manhã deste sábado (23), em um hotel em Brasília.

O deputado Rubens Bueno (PPS-PR) disse que a decisão de alterar o nome da sigla é uma mudança de rumo. “Hoje os partidos políticos têm um desgaste natural aqui e no mundo. Então é natural que haja uma mudança, até para atender os movimentos que vieram para o partido, como o Renova Brasil, o Agora. É para ajustar a esta nova realidade. E claro que é um novo tempo que começa a partir de agora”, afirmou.

Presente no congresso, o deputado federal Arnaldo Jardim (SP) defendeu a escolha do nome Cidadania por acreditar que “coincide com o momento de reflexão” que o País está vivendo. “As políticas públicas têm que estar a serviço da cidadania, com o valor humanista e o ser humano como centro da nossa convicção”, disse. Para o deputado Marcelo Calero (RJ), a mudança mostra a capacidade do partido de se reinventar. Ele acredita que o nome escolhido incentiva a participação dos cidadãos na política.

O presidente do partido, Roberto Freire, afirmou que o próximo passo será a escolha da logomarca do Cidadania. “É importante no novo momento que estamos vivendo decidir entre logomarcas. Ouvindo o máximo de especialistas com o mínimo de recursos possível e depois enviar para os diretórios estaduais do Cidadania para que depois a gente saiba qual a posição nacional do partido”, disse.

Defesa de Maia

Partidos saíram em defesa do presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), após a crise instalada com o governo de Jair Bolsonaro que fez com que ele ameaçasse se afastar da articulação para a reforma da Previdência.

O líder do PPS no parlamento, Daniel Coelho (PE), disse que o governo não pode gerar ruídos. “Temos um assunto que já é muito difícil por si só que é a Previdência”, disse. “Algumas declarações em redes sociais, seja do presidente ou do filho dele, não contribuem”, afirmou.

Em um gesto de apoio a Maia, o PPS recebeu o presidente da Câmara em sua convenção nacional realizada hoje em Brasília. Ele passou rapidamente pelo evento, acompanhado do deputado Alex Manente (PPS-SP), com quem tem agenda em São Paulo ainda hoje.

Mais cedo, o PSD emitiu uma nota com apoio enfático a Maia e para expressar “seu veemente repúdio aos ataques desferidos nas mídias sociais contra ele”. Para a bancada do PSD na Câmara, os ataques gratuitos à pessoa do presidente Rodrigo Maia, além de agredir covardemente a sua dignidade pessoal e política, buscam erodir, sobretudo, o Poder Legislativo, esteio do regime democrático e fundamento da República”, diz o partido.

O líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL), acompanhou de perto a movimentação de Maia nos últimos dias e disse que ele foi “cirúrgico e correto”. “Maia tem a previdência como foco. Não é reforma do presidente, ele tem essa defesa desde sempre”, afirmou Lira. Para o líder do PP, falta ao governo deixar mais claro quais são suas metas, “para onde ele vai”, disse.

Deixe seu comentário: