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Em visita à capital, Eduardo Bolsonaro afirma: “Se não for aprovada a nova previdência, o país vai quebrar”

O deputado Eduardo Bolsonaro, que preside a CREDN (Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara), se mostrou envolvido na questão da Venezuela desde a campanha presidencial de 2018. (Foto: Agência Brasil)

No início da tarde desta quinta-feira (11), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) compareceu à Sede do Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul para conversar com agentes da Polícia Federal sobre projetos que garantam mais benefícios para a categoria. O encontro contou com a presença de lideranças do sindicato, além dos deputados Ubiratan Sanderson (PSL/RS) e Rui Irigaray (PSL/RS).

Questionado sobre a reforma da Previdência, Eduardo afirmou que a aposentadoria será diferente para os policiais porque, segundo ele, os membros da corporação têm atribuições diferentes das pessoas ‘comuns’. Na visão do deputado, o Congresso Nacional está conservador e pode aprovar as medidas – para o deputado, as disposições tomadas até o momento demonstram o rumo a ser seguido pelo governo.

Quanto à dificuldade de articulação política no Congresso frente à reforma previdenciária, Eduardo observou que o parlamentar deve estar consciente de que se votar contra estará “fazendo um mal para o país”. Além disso, pontuou que o espaço para críticas é na Comissão Especial, não na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e que a dimensão das desavenças não é tão grande quanto parece. “Há um certo exagero também com relação a isso [Previdência]. Escuto algumas reclamações, é verdade, uma ou outra, mas são temas pontuais que você pode, consegue consertar”. Assertivo, complementou: “Se for aprovada a nova previdência, pode ter certeza, vai ter uma enxurrada de investimentos aqui. Vai ser tão grande que a gente vai ver reduzir em muito essa taxa de desemprego (…) Se não for aprovada, o país vai quebrar. Quem mais vai sofrer são os mais humildes”.

Em relação ao caso da ajuda humanitária na Venezuela, Eduardo afirmou que ficou claro que Maduro não está no país para ajudar. “Ele está ali para se manter no poder e para seguir alimentando todos os esquemas que existem ali de corrupção, tráfico de drogas, etc”. Ainda disse que, depois da ida de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, ficou evidente que “os dois países estão juntos nessa”. O deputado acredita que o problema será resolvido, principalmente em razão da fome estar chegando às Forças Armadas, que dão sustentação ao governo de Maduro.

Além disso, pediu para que a população reflita sobre o que acontecerá caso o embate com o país venezuelano não seja resolvido: “Vamos enfrentar uma crise ainda pior em relação aos refugiados. (…) Você sem comida vai fazer o quê? Você vai sair de lá”. Por último, destacou que a questão só será solucionada através da força. “Eu não defendo uma intervenção, mas eu acredito que em algum momento esses ditadores saem só a base da força. É só ver um pouco da História para ver que ela vai se repetir na Venezuela”, esclareceu.

Por volta das 16h, o deputado participou da gravação do programa especial “Pampa Debates”, com o vice-presidente da Rede Pampa, Paulo Sérgio Pinto, que será exibido nesta sexta-feira, a partir das 17h50, na TV Pampa. Às 18h, Bolsonaro recebe a Medalha do Mérito Farroupilha, ofertada pelo deputado Rui Irigaray, em cerimônia de entrega na Assembleia Legislativa do RS. “Fico muito feliz dessa atitude desse parlamentar, que também é meu amigo pessoal, e a gente vem ao Rio Grande do Sul receber com muita satisfação essa honraria”, celebrou Eduardo.

Confira um trecho da entrevista:

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