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Entenda como funciona o novo recurso do WhatsApp

Será possível responder diretamente uma conversa que iniciou num grupo. (Foto: Reprodução)

O WhatsApp introduziu um novo recurso, uma maneira direta para que o usuário possa continuar uma conversa que começou em um grupo para o particular. Desde a versão 2.18.335 no beta do aplicativo para Android, os usuários receberam a capacidade de citar uma fala de alguém do grupo no chat privado com esta pessoa.

Antes era possível você selecionar uma pessoa do grupo e abrir a conversa privada, mas sem puxar nada do que foi falado. Agora, além da opção de “Conversar com” alguém, o aplicativo habilitou a ferramenta “Responder em
particular”.

Ela funciona da mesma maneira que o “Responder” dentro do próprio grupo, só que em vez da citação de outros dos membros ser colocada na frente de todo mundo, ela é transferida à conversa direta. Desta forma, o usuário não precisa contextualizar este seu contato do assunto que você estava se referindo, já que dá para citá-lo e já começar o papo de um jeito mais direto.

Para quem está empolgado com a possibilidade de encaminhar deslizes dos colegas para tirar sarro com outro contato em particular, saiba que isso não funciona. As respostas com citações só podem ser transferidas para o chat com o responsável delas. Ou seja, o WhatsApp se preparou para quem queria tripudiar da bola fora de
algum membro do grupo.

A versão para iPhone do WhatsApp ainda não recebeu essa funcionalidade, mas ela deve chegar em breve. A última atualização do app para celulares da Apple é a 2.18.10.

Propagandas

Recentemente o vice-presidente do app de mensagens, Chris Daniels, afirmou que os anúncios chegarão aos Status do WhatsApp.

“Nós vamos colocar propagandas nos Status. Será o modo primário de monetização para a empresa, assim como uma oportunidade de empresas chegarem a pessoas no WhatsApp”, declarou Daniels em entrevista ao jornal indiano “Economic Times”.

A oficialização das propagandas no WhatsApp vinha se tornando iminente. O site “WaBetaInfo”, especializado em novidades sobre o aplicativo, dizia desde o início de outubro que a empresa trabalhava na implementação de anúncios tanto no iOS quanto no Android.

Os trabalhos para a implementação da publicidade dentro do aplicativo foram intensificados com a saída de Jan Koum, cofundador que deixou a empresa em abril – outro cofundador, Brian Acton já havia saído em 2017. A dupla se opunha ao uso de anúncios e defendia com forças a privacidade de dados dos usuários do aplicativo, protegida pela criptografia de ponta a ponta (esta não está em xeque).

Quando foi comprado pelo Facebook por US$ 22 bilhões em 2014, o WhatsApp era um aplicativo pago e chegou a oferecer seu serviço com uma taxa de anuidade.

Em 2016, a ferramenta virou totalmente gratuita, sem uma fonte de renda. Desde então, a rede social tem quebrado a cabeça para saber como fazer dinheiro com o mensageiro.

Os Status, os Instagram Stories do WhatsApp, foram o caminho pensado pela empresa para tirar uma graninha. Também nesta semana, em reunião com investidores sobre os resultados do trimestre do Facebook, a chefe operacional Sheryl Sandberg informou que o plano é introduzir essas propagandas em 2019.

Ela ainda apontou o WhatsApp Business como uma forma de conectar pessoas e empresas, mas alertou que não quer atrapalhar a experiência simples que usuários comuns têm com o app. “As pessoas poderão bloquear empresas que quiserem com um toque. Enquanto construímos um negócio no WhatsApp, estamos determinados a manter a experiência simples e privada que as pessoas amam”, disse.

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