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Era do instantâneo

Em Minas Gerais, Dilma Rousseff surge como líder de pesquisas para o Senado. O segundo lugar é de Rodrigo Janot.

A campanha eleitoral se dará incluindo, de novo, cenário que preocupa a maioria dos candidatos: com um clique, qualquer um se tornará fonte de informações compartilhadas por milhares de pessoas. Também do telefone celular será possível gravar um vídeo que, em segundos, vai se propagar de forma ilimitada. Instrumentos que poderão alavancar ou fulminar. A propósito, o estadista inglês Winston Churchill disse, quando a Internet não existia nem na imaginação: “Uma mentira dá a volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir”.

SEM AS BATIDAS

Cientistas políticos examinam a anatomia do recuo: em meio à instabilidade do quadro político, é intrigante o silêncio das panelas.

NA CORRIDA

Em Minas Gerais, Dilma Rousseff surge como líder de pesquisas para o Senado. O segundo lugar é de Rodrigo Janot.

ENTRE A VONTADE E A REALIDADE

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sonha em concorrer à Presidência da República. Antes, precisa se tornar conhecido. Terá de contar com um líder político ao lado que, em roteiros pelo país, apresentará: este é o candidato que fez isso, isso e aquilo…

REGRA DO JOGO

Para acomodar interesses eleitoreiros, a legislação tributária brasileira é uma sucessão de puxadinhos jurídicos. Os verdadeiros interesses na nação ficam à margem.

BRIGA SOLTA

A direção nacional do PSDB vai contratar um especialista renomado na arte de controlar o ego e a vaidade de líderes. Do jeito que anda, haverá um conflito por semana.

ENSINAMENTO DIFÍCIL

O Senado aprovou, recentemente, projeto que cria mais disciplinas obrigatórias no ensino fundamental e médio. Entre elas, ética e política. Só será possível com uma nova geração de professores. A maioria dos atuais mestres direcionaria para a tendência que mais agrada pessoalmente, formando robôs.

DINHEIRO EM CAIXA

A prefeita de Pelotas, Paula Mascarenhas, assinará segunda-feira, em Porto Alegre, contrato de transferência do pagamento da folha dos servidores públicos de Pelotas ao Banrisul e receberá 12 milhões e 500 mil reais.

TRAGADAS MORTAIS

Esta é uma guerra boa: Sindicato da Indústria do Tabaco versus Agência Nacional de Vigilância Sanitária. De um lado, o setor produtivo poderoso e de outro a saúde de 25 milhões de brasileiros fumantes. Em jogo, a estatística de 200 mil mortes por ano. O Ministério e as secretarias estaduais da Fazenda acompanham, torcendo pelo aumento das vendas e do recolhimento de impostos. Mesmo assim, o Brasil tem prejuízo anual de 57 bilhões de reais com o tabagismo. Desse total, anualmente, 40 bilhões são gastos com despesas médicas. Mais 17 bilhões considerados custos indiretos ligados à perda de produtividade, causada por incapacitação de trabalhadores ou morte prematura.

A arrecadação de impostos com a venda de cigarros no país, a cada ano, é de 13 bilhões de reais, conforme dados oficiais.

GESTO DE CORAGEM

A 13 de outubro de 1932, Getúlio Vargas, na condição de chefe do Governo Provisório, decretou a moratória das dívidas brasileiras em bancos estrangeiros por 150 dias. A decisão foi tomada após viagem do ministro da Fazenda, Oswaldo Aranha, a Londres. Em reuniões com banqueiros credores, constatou que eles não tinham todos os documentos comprovando que o Brasil devia.

ROTEIRO DESNORTEADO 

Em política, o ziguezague é uma famosa linha usada intensamente pela esquerda, pelo centro e pela direita.

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