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Expodireto 2019 alcança R$ 2,4 bilhões de comercialização voltada ao agronegócio

Agricultores boavistenses conhecem novas tecnologias na Expodireto. (Foto: O Sul)

Os dados da 20ª edição da Expodireto Cotrijal, como já divulgados pelo O Sul no final da tarde de hoje (15), superaram a exposição do ano passado. O público chegou a 268 mil visitantes e superou em 1% a edição passada quando 265 mil pessoas circularam pelo Parque de Exposições da Expodireto, em Não-Me-Toque, no norte do Rio Grande do Sul. A edição teve ainda um volume de negócios superior ao anterior com R$ 2,4 bilhões de comercialização nos diversos setores que envolvem o agronegócio. Esse valor representa 9,59% a mais no comparativo do último evento que registrou R$ 2,2 bilhões.

Para o presidente da Expodireto Cotrijal, Nei César Mânica, essa foi a melhor de todas as edições com reivindicações consideradas por ele de extrema relevância para o setor. “Além dos eventos, teve a inauguração da Calçada da Fama e o governador Eduardo Leite anunciou obras de melhorias na ERR 142 entre Carazinho e Não-Me-Toque aguardada há mais de 30 anos . Com certeza, essa foi a mais bonita de todas as feiras, contando com a participação de delegações internacionais e muitas realizações em negócios. Mas, o mais importante é a visita das pessoas e o encaminhamento de negócios que não foram fechados nela”, analisa Mânica.

Nei César Mânica, há 20 anos, realiza a Expodireto que se tornou, ao longo de cada edição, evento de referência internacional no agronegócio. (Foto: Ricardo Z. Azevedo)

Visitantes
Entre os mais 265 mil visitantes da Expodireto, circularam pelo parque de exposições oito agricultores de Boa Vista, Roraima. Eles foram os recordistas  do município ao produzirem milho, feijão, soja, melancia e batata doce. Como premiação, os produtores boavistenses  ganharam a  viagem da Secretaria de Agricultura e Assuntos Indígenas de Boa Vista até Não-Me-Toque.

“Eu vi uma máquina que faz três coisas: distribuí, pulveriza e semeia. Eu e os outros produtores estamos muito contentes com essa viagem porque pudemos conhecer novas tecnologias. Com a correção do solo produzi em Boa Vista 53 toneladas por hectare de batata doce, o que não é fácil e é graças à tecnologia”, reconhece o produtor Josemar Costa Araújo.

Por Jocélia Bortoli, enviada especial à Expodireto Cotrijal