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Exposição solar em excesso é a principal causa de queimaduras na pele

(Foto: banco de dados/O Sul)

O sol é a grande estrela do verão e estar exposto a ele pode trazer muitos benefícios à saúde, como a produção da vitamina D, fortalecimento do sistema imunológico e, esteticamente, é capaz de fazer a pele ficar mais bonita e bronzeada. Mas não se engane. Os raios solares em excesso podem causar uma doença severa: o eritema solar, mais conhecido como queimadura.

O médico Taugane Zacca, dermatologista do Hospital Universitário de Canoas, administrado pelo Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (GAMP), explica a queimadura solar é a reação da pele à exposição excessiva à luz ultravioleta. “Se apresenta como vermelhidão e aquecimento do local e, normalmente, aparece de 30 minutos a 8 horas após a exposição”, explica. A queimadura severa pode evoluir para edema, bolhas e descamação, se não for tratada rapidamente pode levar o paciente à internação.

“O eritema solar ocorre com mais frequência em indivíduos de pele clara e em pessoas mais jovens. As peles escuras resistem melhor à fotodinâmica devido ao aumento do teor de melanina”, esclarece Zacca.

Embora a queimadura seja facilmente diagnosticada e tratada, há mortalidade associada à exposição excessiva ao sol a longo prazo, pois causa maior risco de câncer de pele. A recomendação é evitar o sol em horários de pico, das 10h às 15h, e passar protetor solar a cada duas horas.

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