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Falsos profissionais são acusados de usar as redes sociais para dar golpe

Com o novo sistema, a rede social conseguirá até detectar vídeos manipulados. (Foto: Reprodução)

A pernambucana Maria Eugênia Bispo, de 33 anos, perdeu o movimento nas pernas ao seguir as instruções de um vídeo publicado no Instagram que incentivava os seguidores a fazerem, em academias, sem a ajuda de um instrutor, o exercício conhecido como abdominal morcego. Ela sofreu uma fratura de explosão na vértebra, que gerou uma infecção nos ossos. Teve de usar cadeira de rodas por seis meses e hoje anda com o auxílio de muleta.

Maria é voz de destaque na denúncia de influenciadores fitness que invadiram as redes sociais e dão dicas sem ter formação em educação física ou treinamento adequado. Em outubro do ano passado, quatro estudantes de educação física foram indiciados no Espírito Santo por exercício ilegal da profissão, propaganda enganosa e publicidade prejudicial ao consumidor. Essa foi a primeira vez que esse tipo de indiciamento foi feito no País usando como prova apenas a análise dos perfis dos acusados em redes sociais.

“Eles ofereciam consultorias on-line, prescrição de treinos e serviço de personal”, explicou o delegado responsável pelo caso, Brenno Andrade. Os acusados ofereciam seus serviços pelo Instagram “de forma explícita” e confessaram não serem habilitados profissionalmente para exercer a profissão.

Falso profissional

Um homem que se passava por personal trainer foi detido na terça-feira (26) ao ser flagrado trabalhando em uma academia na avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá (MT). O nome dele não foi divulgado.

O flagrante de exercício ilegal da profissão foi feito por fiscais do Conselho Regional de Educação Física da 17ª Região e policiais da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor. Após denúncias anônimas, as equipes estiveram em três academias da cidade.

Na terceira academia, os fiscais encontraram o homem que se passava por personal trainer. Ele não tinha nenhuma comprovação de qualificação ou documentação que comprovasse que poderia atuar como educador físico.

A equipe notificou a academia e o falso profissional, que foi conduzido para a delegacia. Um boletim de ocorrência foi registrado. Ele vai responder a um Termo Circunstanciado de Ocorrência por exercício ilegal da profissão.

Exploração sexual

Deflagrada pela Polícia Civil no Rio Grande do Sul, a Operação Innocentia prendeu, neste mês, um professor de academia em flagrante por armazenar e compartilhar conteúdo de exploração sexual infantil. O material foi encontrado pelos peritos do Instituto Geral de Perícias em equipamentos eletrônicos do homem. Com ele, estavam três HDs e um celular com material de pedofilia.

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