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Feira Brasileira do Varejo “chega em um momento propício”, como atesta o presidente do evento, Ronaldo Sielichow

Ronaldo Sielichow, presidente da FBV. (Foto: banco de dados/O Sul)

Durante os dias 28, 29 e 30 de maio, tendo por palco a Fiergs, o setor varejista local e nacional vai debater tecnologia, gestão, segurança, moda, franquias e serviços. As discussões visam reforçar junto ao público a relevância do desenvolvimento do varejo como um todo, passo a passo com a demanda setorial.

Numa realização do Sindilojas, a Feira Brasileira do Varejo, em sua 7ª edição, “chega em um momento propício”, como atesta o presidente do evento, Ronaldo Sielichow. Segundo ele, o Brasil está prestes a aprovar a Reforma da Previdência, com uma pauta voltada também à simplificação de tributos, entre outros itens que geram expectativas e que igualmente rondam a FBV, trazendo novo ânimo ao empresariado não só do Rio Grande do Sul mas do País. “A Feira é um ponto de encontro, de discussões, um evento único focado no varejo”, como reitera Sielichow. Cerca de oito mil visitantes são esperados, totalizando 80 expositores e com uma geração de negócios que deverá chegar a R$ 7 milhões de reais, número estimado pelos organizadores, tendo por base os resultados de 2018 que alcançaram estes patamares. “Os resultados deverão ser, pelo menos, similares à edição anterior”, aponta o presidente.

Novidades não faltam e uma delas é a inclusão na agenda do evento do RS Moda, que até o ano passado acontecida em paralelo. A proposta está em apresentar painéis, palestras, lançamentos de coleções e novos negócios a fim de “servir ainda mais de estímulo à indústria da moda”. A presença de um robô com tecnologia japonesa, que faz o reconhecimento de expressões faciais do ser humano, é outra atração, principalmente no auxílio a vitrines virtuais, na medida em que lê e veste o consumidor de acordo com seus diferentes perfis. “É a loja se moldando ao cliente”, como define o presidente da FBV. Além disso, desafios de startups, visitas técnicas, competições para estudantes de moda, palestras de expositores e avaliação de tendências estão previstos, somados ao Congresso do Varejo que deverá reunir um time de primeira ordem de profissionais do cenário Brasil. “A FBV é uma oportunidade para o empresário se reinventar, repensar seu negócio para não ser engolido”, aponta o presidente do evento, mencionando ainda a força do varejo de rua.

Numa avaliação do setor, Ronaldo Sielichow vê o atual momento com bons olhos e diz que ainda embora lento, o varejo vem reagindo. “A gente vê melhora”, reitera. “O Rio Grande do Sul está bem, o que não está bem é o Governo. Temos inúmeras empresas de porte que fazem a gente acreditar no Estado. Na hora que começar a virar o jogo, com empresas se estabelecendo aqui, haverá geração de empregos e crescimento”.

Na visão do presidente da FBV, as reformas estão amarrando as ações da União, as pessoas querem pressa, mas os processos são lentos e a retomada virá em breve. “Estamos otimistas, o empresariado vê o Brasil sendo administrado como nossas empresas, não na velocidade desejada, mas no rumo. Há apoio ao Governo pelas iniciativas que pregam o fim das irregularidades e do dinheiro mal-empregado”. (Clarisse Ledur)

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