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Ferrari e McLaren disputam a atenção do público no Salão do Automóvel de São Paulo, que começa nesta quinta

A marca inglesa tem um espaço que remete ao piloto brasileiro Ayrton Senna. (Foto: Divulgação)

Seis passos separam os estandes da Ferrari e da McLaren no Salão do Automóvel de São Paulo, que será aberto ao público nesta quinta (8).

A marca inglesa tem um espaço que remete ao piloto brasileiro Ayrton Senna, a começar pelo veículo com seu sobrenome.

Uma réplica do carro usado pelo tricampeão de F1 em 1991 também está em exposição, junto com capacetes, troféus e um macacão.

Na Ferrari, a nova 488 Pista está em um tablado. A marca é representada no Brasil pelo grupo Via Italia, que expõe também modelos Rolls-Royce, Maserati e Lamborghini.

A 488 tem motor V8 turbo com 720 cavalos de potência e pode chegar aos 100 km/h em 2,8 segundos. A aceleração até 200 km/h ocorre em pouco menos de 8 segundos, segundo o importador. Seis unidades devem ser trazidas para o Brasil. Cada uma irá custar R$ 3,7 milhões.

O McLaren Senna é ainda mais forte. São 800 cavalos extraídos de um 4.0 V8 biturbo. Os números de aceleração até 100 km/h e 200 km/h são de, respectivamente, 2,8 segunodos e 6,8 segundos. Seu preço, porém, a Ferrari parecer uma pechincha: cerca de R$ 8 milhões.

Lexus

A Lexus anunciou durante o Salão de São Paulo, já aberto para a imprensa, que, a partir de 2019, passará a ter apenas modelos híbridos em sua linha no Brasil. Os primeiros carros dessa nova fase foram revelados durante o evento: os novos UX e ES.

O UX é o primeiro SUV compacto da Lexus, colocado imediatamente abaixo do NX. Por aqui, ele chegará às lojas a partir do primeiro trimestre do ano que vem em três versões, que ficarão entre R$ 170 e R$ 210 mil. A pré-venda, porém, já está aberta.

Todas as configurações do UX deverão ser equipadas com um conjunto mecânico formado por um motor 2.0 a gasolina e um elétrico que, juntos, rendem 181 cavalos de potência.

Assim como no SUV, o sedã ES também já pode ser comprado e está disponível em versão única por R$ 239.990. Contudo, as primeiras unidades só serão entregues a partir do próximo mês de dezembro.

No caso do ES, a mecânica combina um motor 2.5 a gasolina e um elétrico. Juntos, eles entregam 218 cavalos de potência.

Caoa Chery

A Caoa Chery mostrou nesta quarta-feira (7) suas novidades no Salão do Automóvel de São Paulo. Entre os destaques estão os novos SUVs Tiggo 4, agora chamado 5X, e Tiggo 7.

O Tiggo 5X será o primeiro veículo com a marca Chery a ser feito na fábrica de Anápolis (GO). Hoje, apenas modelos da Hyundai são produzidos na unidade da Caoa. As vendas começam em dezembro
O modelo é um pouco maior do que Nissan Kicks e Honda HR-V. Ele tem 4,34 metros de comprimento e 2,63 m de entre-eixos. Seu motor deve ser um 1.5 de 147 cavalos flex, aliado a uma transmissão de dupla embreagem.

Já o Tiggo 7, que chega em janeiro, é uma versão maior do SUV. Com seus 4,51m de comprimento, ele deve mesmo concorrer com o Jeep Compass. No entanto, tem conjunto mecânico semelhante ao do Tiggo 4. Por isso, o desempenho não deve ser tão bom.

Os equipamentos são novamente destaque. Há ar-condicionado com regulagens separadas para motorista e passageiro, teto solar de quase 1m² e acesso e partida por chave presencial.

A Chery também divulgou os preços do sedã Arrizo5, que já começou a ser produzido em Jacareí (SP), em duas versões. A RX custará R$ 65.990 e a RXT, R$ 72.990.

O modelo estará nas lojas ainda neste mês. Ele é um pouco maior do que sedãs pequenos, como Volkswagen Virtus, Chevrolet Cobalt e Honda City. São 4,53 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos. O porta-malas, porém, é menor, de 430 litros. Os rivais possuem compartimento sempre na casa dos 500 litros (o Cobalt tem mais de 560 l).

O motor é o mesmo que deverá equipar os novos SUVs: 1.5 turbo de 147 cv, aliado a um câmbio CVT.
É o segundo produto após a fusão da Chery com a brasileira Caoa (o primeiro foi o Tiggo 2).

 

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