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Funcionários de banco alemão alertam para transações de Donald Trump e genro

Donald Trump com o genro em uma foto de 2016 durante uma festa em Nova York. (Foto: Reprodução)

Especialistas em lavagem de dinheiro do Deutsche Bank recomendaram em 2016 e 2017 que diversas transações envolvendo entidades controladas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu genro, Jared Kushner, fossem relatadas a uma agência federal de combate a crimes financeiros, afirmou o jornal The New York Times no domingo (19). As informações são da agência de notícias Reuters.

Bilhões de dólares

Citando cinco funcionários atuais e cinco ex-funcionários do Deutsche Bank, o jornal disse que executivos do banco alemão, que emprestou bilhões de dólares a empresas de Donald Trump e Kushner, rejeitaram os conselhos de seus empregados e que os relatórios jamais foram apresentados ao governo.

Queda nas ações

O Deutsche Bank negou a reportagem, mas as ações do maior banco alemão tiveram um novo recuo nesta segunda-feira (20), ficando abaixo de uma mínima estabelecida em dezembro. As ações caíram 2,8% e ficaram em 6,65 euros.

Trump rejeitou a reportagem em uma sequência de tuítes no início da manhã desta segunda-feira, dizendo que precisa pouco dos bancos por ter muito dinheiro em mãos e negando que o dinheiro tenha vindo da Rússia.

Onda de problemas

As alegações de desconformidade são as mais recentes de uma onda de problemas que vem abalando o banco, que prestará contas aos seus investidores em sua reunião anual na quinta-feira.

O jornal The New York Times noticiou que as transações, algumas das quais envolveram a hoje extinta fundação de Trump, desencadearam alertas em um sistema de computador criado para detectar atividades ilegais, segundo os ex-funcionários do banco.

Atividade suspeita

Membros da equipe de conformidade que analisaram as transações prepararam os chamados relatórios de atividade suspeita, que acreditavam dever ser encaminhados a uma unidade do Departamento do Tesouro que policia crimes financeiros, de acordo com o jornal.

O Deutsche Bank respondeu com uma refutação da reportagem. “Em nenhum momento um investigador foi impedido de denunciar atividades identificadas como potencialmente suspeitas”, disse o banco em um comunicado.

Além disso, a insinuação de que qualquer pessoa tenha sido transferida ou demitida na tentativa de silenciar preocupações referentes a qualquer cliente é categoricamente falsa”.

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