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Grêmio recorrerá da punição que prevê multa de R$ 30 mil por injúria racial

Kannemann e Yony González, na partida em que ocorreu o fato. (Foto: Lucas Merçon/Fluminense F.C.)

Após ser condenado a pagar uma multa de R$ 30 mil, por ato de injúria racial de um torcedor, o Grêmio informou em nota oficial neste sábado (18), que entrará com recurso contra o julgamento da 5ª Comissão Disciplinar do  Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

O clube alega que durante o julgamento, o presidente da Comissão, Dr. Rodrigo Moraes Mendonça Raposo, defendeu a absolvição do Grêmio, argumentando falta de provas que justificassem qualquer pena. Ainda segundo o tricolor: “Os demais auditores, em consonância com o argumento da falta de provas, votaram pela pena de R$ 30.000,00 por tratar-se de suposto caso de ato discriminatório relacionado a preconceito em razão de raça”.

O Grêmio também informa que, no decorrer do julgamento, dois dos quatro auditores que votaram pela aplicação de multa declararam ter conhecimento, através de imagens, de quem proferiu as ofensas racistas.

Com relação às medidas tomadas pelo clube, o tricolor alegou que, desde o episódio, buscou imagens e maneiras de indicar responsáveis pelo ato, sem sucesso. “O Clube não se sentiu confortável para acusar culpados”.

A agressão verbal ocorreu na Arena, em confronto com o Fluminese, válido pelo Brasileirão. Durante um vídeo, é possível ouvir uma mulher chamando o jogador Yony González de macaco. Não aparecem imagens da torcedora nas gravações.

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