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Há alguma luz no fim do túnel para a Williams

"Se alguém acha que estamos apenas esperando por um milagre ou que as coisas só acontecerão em algum momento, esse não é o caso", disse Claire Williams. (Foto: Reprodução)

A vice-diretora da Williams, Claire Williams, afirmou que há “alguma luz no fim do túnel” para a equipe da Fórmula 1, que, de acordo com ela, não está apenas “esperando por um milagre” em seu caminho para a recuperação.

O fim de semana do Grande Prêmio do Azerbaijão foi para a Williams esquecer. Um acidente esquisito aconteceu com George Russell, quando uma tampa de bueiro solta arruinou o piso e o chassi de seu FW42. Depois, Robert Kubica errou a curva oito e danificou o seu carro batendo na barreira de proteção.

Todas as partes quebradas dos dois carros foram para a fábrica em Grove, para upgrades, e Claire também falou sobre o recente impulso que o retorno do co-fundador da Williams, Sir Patrick Head, foi para a equipe.

“Antes desse fim de semana eu estava sentindo que havia um pouco de luz no fim do túnel, e então isso aconteceu [o incidente no FP1 de Russell], mas eu não vou me preocupar muito com isso”, ela disse ao Crash.net. “É uma daquelas coisas”, completou.

“Patrick entrando, obviamente, para nós, é uma ótima coisa. Ele está agindo como um guia para nossa equipe de engenheiros no momento, apenas certificando-se de que eles estão fazendo tudo o que deveriam fazer. Então, há alguma luz no fim do túnel, acho que a China demonstrou que trouxemos um pouco de desempenho para o carro, mas ainda estamos muito atrás do time que está na nona colocação no momento”, disse a vice-diretora da Williams.

“Estamos fazendo muito trabalho na Williams. Se alguém acha que estamos apenas esperando por um milagre ou que as coisas só acontecerão em algum momento, esse não é o caso. Muito trabalho tem sido feito para nos certificarmos de que nos colocamos na posição correta. Obviamente, Patrick está desempenhando um papel nisso também”, finalizou.

Senna

O jornalista Roberto Cabrini disse que houve manipulação na morte de Ayrton Senna. “Houve manipulação na morte de Ayrton Senna. Ele tinha conversado comigo antes, e eu nunca tinha o visto tão tenso”, declarou em uma entrevista ao site UOL. O piloto brasileiro morreu no dia 1° de maio de 1994, em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, na Itália, quando pilotava um carro da Williams.

Na entrevista, Cabrini retratou detalhes de como foi a despedida de um dos principais ídolos da história do Brasil e o fim da convivência dele com o piloto. O repórter tinha como missão seguir os passos de Senna.

“Eu tive o feeling de que não tinha salvação. Foram cinco boletins médicos que eu fiz ao vivo, onde a situação de gravidade ia aumentando”, disse Cabrini, lembrando do momento de tensão.

“Eu pude me preparar. E pensei: ‘Eu vou anunciar a morte de um ente querido de novo’. Por outro lado, eu sabia que não podia perder a precisão das informações. Eu tinha que ser profissional. Claro que eu estava impactado. Tinha uma relação muito importante com o Ayrton. Mas eu sabia que tinha uma missão ali”, desabafou o jornalista, muito emocionado.

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