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Hospital Restinga pede alteração de contrato para funcionamento

Foto: Candace Bauer/CMPA

O diretor-geral do Hospital Restinga e Extremo Sul, Paulo Fernando Scolari, pediu hoje uma alteração no contrato de operação do hospital. Em visita ao local, no bairro Restinga em Porto Alegre, os vereadores Nelcir Tessaro (DEM) e André Carús (MDB), presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal, receberam a notícia de que, para continuar em funcionamento, o hospital precisará de até R$800 mil reais por mês, futuramente.

Segundo o gestor, o hospital recebe R$ 1,5 milhão por mês, mesmo valor pago pela administração passada, quando a instituição estava a cargo do Grupo do Hospital Moinhos de Vento e atendia como UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Entretanto, atualmente estão sendo atendidos traumatismos, especialidades médicas como infectologia, urologia – inclusive cirúrgica -, cirurgias de média e alta complexidade com equipes do Moinhos de Vento, Hospital das Clínicas e do Hospital de Pronto Socorro.

Conforme Scolari, o principal gargalo do orçamento é a conta da CEEE que fica em média R$ 300 mil/mês, deixando a instituição com apenas R$ 1,2 milhão/mês para a atividade fim. Ele anunciou que, entre as dificuldades existentes, depois de cinco anos em funcionamento, há a manutenção predial.

Hoje a média de espera para atendimento caiu em duas horas, já que na gestão passada um paciente aguardava até dois dias na fila. “Nunca fechamos nem precisamos restringir atendimento”, assinalou o gestor. O número total de atendimentos é de dez mil pacientes por mês.

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