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Juventus evita um torneio nos EUA por causa da investigação de estupro de Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo em ação pela Juventus na Liga dos Campeões. (Foto: Reprodução)

A próxima edição da International Champions Cup, tradicional torneio de pré-temporada europeia disputado nos Estados Unidos, não contará com a Juventus. O motivo é simples: o clube italiano deseja evitar qualquer problema com a Justiça norte-americana por causa da investigação sobre o envolvimento de Cristiano Ronaldo em um suposto caso de estupro em 2009, em Las Vegas. As informações são do jornal “The New York Times”.

A maior possibilidade, de acordo com a notícia, é que a Juventus dispute a versão asiática do torneio, que deve ser realizado na China ou Singapura e contará com clubes como Tottenham e Manchester United. Um porta-voz da Velha Senhora ouvido pela reportagem disse que essa é uma decisão normal, já que o time fez a pré-temporada nos Estados Unidos nos últimos anos.

No ano passado, por exemplo, a Juventus participou da International Champions Cup nos EUA: venceu o Bayern de Munique no primeiro jogo por 2 a 0, empatou com o Benfica em 1 a 1 no segundo e perdeu por 3 a 1 para o Real Madrid no terceiro.

Relembre o caso

O caso veio à tona novamente no ano passado, após uma publicação da revista alemã “Der Spiegel”, que abordou o assunto quando a americana Kathryn Mayorga apresentou o processo à Justiça do Condado de Clark, onde fica a cidade de Las Vegas. A revista publicou uma entrevista com Mayorga, que apontou que ficou em silêncio durante este tempo por ter assinado um documento prometendo não divulgar a história.

No processo, Mayorga diz que encontrou CR7 no hotel Palms, em 12 de junho de 2009 – antes mesmo do jogador rumar ao Real Madrid – e convidou ela e outras amigas a irem a sua cobertura no local. No apartamento, ele teria oferecido camisetas e shorts para que elas entrassem em uma jacuzzi e teria atacado Kathryn quando ela estava trocando de roupa.

Cristiano teria pedido para que a jovem fizesse sexo oral com ele, e, após receber uma resposta negativa, teria a levado para um quarto e a estuprado, enquanto ela gritava “Não, não, não”. A acusação ainda diz que o jogador apenas pediu desculpas após o ato e, na sequência, ofereceu US$ 375 mil pelo silêncio de Kathryn – que teria assinado um contrato para receber o valor.

A intenção do processo seria justamente anular esse documento, acusando CR7 de se aproveitar da fragilidade emocional de Mayorga para obrigá-la a fazer o acordo. Ela estaria sendo auxiliada por um novo advogado, que a convenceu a trazer o caso de volta à tona.

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