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Laudo confirma morte de brasileiros no Chile por intoxicação com monóxido de carbono

Da esquerda para a direita: Felipe, Débora Muniz, Fabiano e Karoliny de Souza, que morreram após vazamento de gás no Chile. (Foto: Reprodução)

A família brasileira que morreu em Santiago, no Chile, no último dia 22, foi intoxicada por monóxido de carbono. A confirmação foi feita por meio de um laudo das autoridades do país e informada à imprensa, nesta sexta-feira (31), pelo advogado da família, Mirivaldo Campos.

Familiares das vítimas estão no Chile, cuidando do traslado. Os corpos dos quatro adultos e dos dois adolescentes devem ser levados para a funerária ainda nesta sexta e trazidos ao Brasil na noite da segunda-feira (3). O velório  está previsto para ocorrer na terça (4), no ginásio de esportes da Univali, no município de Biguaçu, em Santa Catarina. A despedida deverá ser aberta ao público.

O caso

As vítimas eram uma família e moravam em SC e São Paulo. Eles haviam viajado para Santiago em comemoração aos 15 anos da menina. Em uma conversa por telefone, familiares perceberam comportamento estranho e contataram as autoridades. Chegando ao apartamento em que estavam, já foram encontraram todos sem vida.

Estavam no local o casal Fabiano de Souza e Débora Muniz Nascimento de Souza, pais da aniversariante Karoliny Nascimento de Souza e de Felipe Ailton Nascimento de Souza. Com eles, também haviam se hospedado o irmão de Débora, Jonathas Muniz e sua companheira Adriane Padilha Kruger.

O imóvel era alugado pelo aplicativo Airbnb e teve vazamento de gás tóxico.

Monóxido de Carbono

O monóxido de carbono aparece a partir de uma queima, junto da falta de oxigênio, que gera combustão. Diferentemente do gás de cozinha (GLP), seu vazamento é mais complicado de ser percebido, pois ele não apresenta cheiro. O risco de ocorrer uma intoxicação no caso deste gás é maior e estão entre os sintomas de sua inalação: dores de cabeça, sonolência, vertigem e perda da coordenação motora.

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