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Lendas gauchescas: Boitatá.

Lenda do Boitatá
(Foto: Divulgação)

Na última tarde em que o sol rumava para o minuano desabou uma chuvarada tremenda, foi uma manga d´ água que levou um tempão a cair, e durou…e durou. Os campos foram inundados e as lagoas subiram. Começou depois a mortandade dos bichos e a cobra-grande, chamada pelos índios de boiguaçu, pegou a comer as carniças. Mas só comia os olhos que guardaram a última luz que viram. Com tanta luz consumida, ela estourou, espalhando um clarão por todos os rincões. Os índios, cheios de medo, diziam “Boitatá, Boitatá”, que na língua indígena significa “cobra de fogo”. Essa obra é do escritor pelotense João Simões Lopes Neto, escrita há mais de cem anos.

As lendas gauchescas estão sendo divulgadas pela Rádio Liberdade, que também se faz presente no piquete Rede Pampa Schin/Rádio Liberdade, acompanhando tudo o que acontece nesta Semana Farroupilha, no Parque da Harmonia.

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